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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Jesus, o divino mestre do amor

Final de ano é sempre tempo de refletir sobre as realizações e as promessas vindouras.
Essa valiosa oportunidade que recebemos todos os anos tem em seu bojo a lembrança sempre presente de Jesus. As pessoas nesta época tendem a baixar sua guarda e fazer aparecer um ser mais bondoso e afetuoso que ficou preso durante um enorme tempo.
Pensa-se mais na família e nos amigos e até encontra-se tempo para orar ou mesmo freqüentar a sua religião.
Trabalha-se com mais empenho para levar para casa um salário maior e assim poder presentear aqueles que lhe são caros. Planeja-se uma refeição mais substanciosa, uma visita àquele parente ou amigo que há muito não se via e até praticam a caridade de reservar um tempo ou uma quantia financeira para doar para esta ou aquela instituição que assiste aos mais necessitados.
É um momento ímpar na vida de todos. O ambiente se transforma e a atmosfera se torna mais leve e saudável. Observam-se mais sorrisos, apertos de mãos e abraços. Deseja-se uma vida mais próspera, menos penosa e mais agradável.
Essa mudança visível entre as pessoas ocorre pela presença invisível do homenageado que permanece, tanto tempo depois, ainda muito desconhecido.
Jesus, o divino mestre do amor é visto ainda pela maioria da humanidade como aquele que veio para morrer pelo seu semelhante, para pagar por eles, sofrer por eles. Não se conseguiu ainda enxergar a extraordinária lição de amor a Deus e ao seu próximo que o mestre veio nos dar.
Pretende-se segui-lo sem entender realmente o que isso significa. Jesus nos ouve sempre, porém, dada a nossa imensa ignorância e orgulho, queremos fazer do Mestre um ouvidor de pedidos egoístas, visando exclusivamente o nosso bem-estar sem a contrapartida do trabalho.
Temos transformado Jesus num mártir; simplesmente uma pessoa que sofreu tormentos inenarráveis, sem entender as profundas lições de amor que ele trouxe e que estão transformando o mundo aos poucos num lugar melhor.
Jesus legou a este planeta um roteiro de trabalho que vai transformando o indivíduo lentamente, mas, com firmeza, até levá-lo a vencer os obstáculos usando para isso a perseverança, a boa vontade e o desejo do bem.
A humanidade ficou presa nos imensos sofrimentos pelos quais Jesus passou e se esqueceu do roteiro Divino e imorredouro das bem-aventuranças. Uma extraordinária lição de amor passada para todos nós e que não conseguimos entender o seu alcance e valor.
Bem-aventurados os aflitos é a lição da justiça Divina onde o mestre ensinou que cada um recebe de acordo com o trabalho que realiza e que tudo pode ser transformado para melhor, através da luta em vencer as nossas imperfeições e, assim, os obstáculos.
Bem-aventurados os pobres de espírito é o ensinamento da humildade vencendo o orgulho. Orgulho que provoca desastres sem fim, pois, enaltece o “eu”, reaviva a soberba e a altivez e, assim, impede que se enxergue o outro, o próximo.
Bem-aventurados os mansos, pacíficos, misericordiosos e os puros de coração é a exaltação da paz, da harmonia, da caridade, do perdão e do amor.
Aquele que é pacífico agrega em torno de si uma legião de trabalhadores do bem, virtuosos que levam aos quatro cantos palavras de conforto e exemplos de perseverança.
E o perdão, tão falado, mas tão desconhecido permanece como uma peça de museu, como se ele fosse coisa do passado. Jesus falou da necessidade do perdão, pois a sua prática ensina sempre relevar e nunca revidar. E nos disse ser necessário perdoar setenta vezes sete.
Para por em prática as lições do mestre Jesus é preciso entendê-las e ter boa vontade para executá-las. Ninguém se torna melhor sem esforço, da mesma forma que nada se constrói sem primeiro saber o que se quer construir.
Os ensinamentos de Jesus não-somente consolam e nos adoça o coração, mas exigem esforço para vencer as fraquezas que permeiam a nossa vida. A sua palavra é sempre revigorante e afetuosa, coerente e racional e por isso nos convoca para a necessidade da edificação de uma vida pautada pelo trabalho, pela justiça e pelo amor que devemos dedicar a Deus e ao nosso próximo.

Jorge Jossi Wagner
In: http://www.oclarim.com.br/?id=7&tp_not=1&cod=353

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A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...

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