A confiança na existência da vida futura não exclui as apreensões quanto à passagem desta para a outra vida. Há muita gente que teme não a morte, em si, mas o momento da transição. Sofremos ou não nessa passagem? Por isso se inquietam, e com razão, visto que ninguém pode escapar a esse momento. Podemos dispensar-nos de qualquer viagem neste mundo, menos essa. Ricos e pobres, devem todos fazê-la, e, se ela for dolorosa, nem posição nem fortuna poderiam suavizá-la.
Vendo-se a calma de alguns moribundos e as convulsões terríveis da agonia de outros, pode-se previamente julgar que as sensações experimentadas nem sempre são as mesmas. Quem poderá, no entanto, esclarecer-nos a tal respeito? Quem nos descreverá o fenômeno fisiológico da separação entre a alma e o corpo? Quem nos contará as impressões desse instante supremo, quando a Ciência e a Religião se calam? E calam-se porque lhes falta o conhecimento das leis que regem as relações do Espírito e da matéria, parando uma nos limites da vida espiritual e a outra nos da vida material. O Espiritismo é o traço de união entre as duas, e só ele pode dizer-nos como se opera a transição, quer pelas noções positivas que oferece sobre a natureza da alma, quer pela descrição dada pelos que deixaram este mundo. O conhecimento do laço fluídico que une a alma ao corpo é a chave desse e de muitos outros fenômenos.
A insensibilidade da matéria inerte é um fato positivo. Só a alma experimenta sensações de dor e de prazer. Durante a vida, toda a desagregação material repercute na alma, que por este motivo recebe uma impressão mais ou menos dolorosa. É a alma e não o corpo quem sofre, pois este é apenas o instrumento da dor e a alma é o paciente. Após a morte, estando separada a alma, o corpo pode ser livremente mutilado que nada sentirá. A alma, estando isolada do corpo, nada experimenta da destruição orgânica. A alma tem sensações próprias, cuja fonte não reside na matéria tangível.
O perispírito é o envoltório físico da alma e não se separa dela nem antes nem depois da morte, e com a qual se pode dizer que forma um todo, e não se pode conceber uma sem outro. Durante a vida o fluido perispirítico penetra o corpo, impregnando-o em todas as suas partes, e serve de veículo às sensações físicas da alma, do mesmo modo como esta, por seu intermédio, atua sobre o corpo e dirige-lhe os movimentos. (1)
A extinção da vida orgânica acarreta a separação da alma em consequência do rompimento do laço fluídico que a une ao corpo, mas essa separação nunca é brusca. O fluido perispiritual só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de maneira que a separação só é completa e absoluta quando não reste mais um único átomo do perispírito ligado a uma molécula do corpo. A sensação dolorosa que a alma experimenta, por ocasião da morte, está na razão direta da quantidade dos pontos de contato existentes entre o corpo e o perispírito, determinando a maior ou menor dificuldade ou lentidão que apresenta o rompimento. Não é preciso, portanto, dizer que, conforme as circunstâncias, a morte pode ser mais ou menos penosa. Estas circunstâncias é que nos cumpre examinar.
Estabeleçamos, em primeiro lugar, e como princípio, os quatro seguintes casos, que podemos encarar como situações extremas dentro de cujos limites há uma infinidade de variantes:
1° - Se no momento em que se extingue a vida orgânica o desprendimento do perispírito fosse completo, a alma nada sentiria absolutamente;
2° - Se nesse momento a união dos dois elementos estiver no auge de sua força, produz-se uma espécie de ruptura;
3° - Se a coesão for fraca, a separação torna-se fácil e opera-se sem abalo;
4° - Se após a cessação completa da vida orgânica existirem ainda numerosos pontos de contato entre o corpo e o perispírito, a alma poderá sentir os efeitos da decomposição do corpo, até que o laço inteiramente se desfaça.
Daí resulta que o sofrimento que acompanha a morte está subordinado à força adesiva que une o corpo ao perispírito e que tudo o que puder atenuar essa força, facilitar a diminuição desse estado, e acelerar a rapidez do desprendimento, torna a passagem menos penosa; e, finalmente, que, se o desprendimento se operar sem nenhuma dificuldade, a alma deixará de experimentar qualquer sentimento desagradável.
Na transição da vida corporal para a espiritual produz-se ainda um outro fenômeno de importância capital – a perturbação. Nesse instante a alma experimenta um entorpecimento que paralisa momentaneamente as suas faculdades, neutralizando, ao menos em parte, as suas sensações. É como se ficasse, por assim dizer, em um estado de catalepsia, de modo que a alma quase nunca testemunha conscientemente o derradeiro suspiro. Dizemos quase nunca porque há casos em que a alma pode contemplar conscientemente o desprendimento.
A perturbação pode, pois, ser considerada como um fato normal no instante da morte, podendo perdurar por tempo indeterminado, variando de algumas horas a alguns anos. À proporção que se liberta, a alma encontra-se numa situação comparável à de um homem que desperta de um profundo sono: as ideias são confusas, vagas, incertas; a visão apenas distingue como que através de um nevoeiro, mas pouco a pouco se aclara, desperta-se-lhe a memória e o conhecimento de si mesmo. Mas isso de acordo com as situações individuais. Para uns esse despertar é calmo e proporciona uma sensação deliciosa, mas, para outros, é bem diferente, cheio de terror e angústia, semelhante a horrendo pesadelo.
O momento do último suspiro quase nunca é o mais doloroso, uma vez que ordinariamente ocorre em um momento de inconsciência e em geral a alma não chega a percebê-lo. Mas a alma sofre antes dele a desagregação da matéria, durante as convulsões da agonia, e, depois, as angústias da perturbação. Demo-nos pressa em afirmar que esse estado não é generalizado, porquanto a intensidade e duração do sofrimento estão na razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito. Assim, quanto maior for essa afinidade, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços da alma para desprender-se. Há pessoas nas quais a união é tão fraca que o desprendimento se opera por si mesmo, como que naturalmente, sem dificuldades; é como se um fruto maduro se desprendesse do seu caule. É o caso das mortes calmas, de pacífico despertar.
A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o estado moral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito é proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo no homem cujas preocupações dizem respeito exclusiva e unicamente à vida e aos gozos materiais. Ao contrário, nas almas puras, que antecipadamente se identificam com a vida espiritual, o apego é quase nulo. E desde que a lentidão e a dificuldade do desprendimento estão na razão do grau de pureza e desmaterialização da alma, de nós somente depende o tornar fácil ou penoso, agradável ou doloroso, esse desprendimento.
Posto isto, quer como teoria, quer como resultado de observações, resta-nos examinar a influência do gênero de morte sobre as sensações da alma nos últimos transes.
Em se tratando de morte natural, resultante da extinção das forças vitais pela idade ou pela doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja alma se desmaterializou e cujos pensamentos se destacam da atração das coisas terrenas, o desprendimento quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o corpo ainda tem vida orgânica, a alma já penetra a vida espiritual, apenas ligada ao corpo por elo tão frágil que se rompe sem dificuldade com a última pancada do coração. Nesta situação o Espírito pode já ter recuperado a sua lucidez, de modo a tornar-se testemunha consciente da extinção da vida do seu corpo, considerando-se feliz por tê-lo deixado. Para esse a perturbação é quase nula, ou antes, não passa de ligeiro sono calmo, do qual desperta com indizível impressão de felicidade e esperança.
No homem materializado e sensual, que mais viveu para o corpo que para o Espírito, e para o qual a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento, tudo contribui para estreitar os laços materiais, que ligam a alma à matéria, pois nada contribuiu para os relaxar durante a vida, e, quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se opere também gradualmente, demanda contínuos esforços. As convulsões da agonia são indícios da luta do Espírito, que às vezes procura romper os elos resistentes, e outras vezes se agarra ao corpo, do qual uma força irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula.
Quanto menos vê o Espírito além da vida corporal, tanto mais se apega à vida material, e, assim, sente que ela lhe foge e quer retê-la; e, em vez de se abandonar ao movimento que o arrasta, resiste com todas as forças e pode mesmo prolongar a luta por dias, semanas e meses inteiros.
Certo, nesse momento, o Espírito não possui toda a lucidez, visto que a perturbação há muito tempo se antecipou à morte; mas nem por isso sofre menos, e o estado de vácuo mental em que se encontra, e a incerteza do que lhe sucederá, agravam-lhe as angústias. A morte chega, e nem por isso está tudo terminado; a perturbação continua, ele sente que vive, mas não sabe se essa vida é material ou espiritual; luta, e luta ainda, até que as últimas ligações do perispírito com o corpo se tenham de todo rompido. A morte pôs termo à moléstia que ele sofria, porém, não lhe sustou as consequências, e, enquanto existirem pontos de contato do perispírito com o corpo, o Espírito ressente-se e sofre com as suas impressões.
Quão diversa é a situação do Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais cruéis! Sendo frágeis os laços fluídicos que o prendem ao corpo, rompem-se suavemente; e, além disso, a confiança do futuro, que ele já entrevê mentalmente e às vezes mesmo de maneira real, como sucede algumas vezes, o faz encarar a morte como libertação e as suas consequências como prova, advindo-lhe daí a tranquilidade moral e a resignação que lhe amenizam o sofrimento. Após a morte, tendo sido rompidos os laços de maneira instantânea, nem uma só reação dolorosa o afeta; ao despertar sente-se livre, disposto, aliviado por um grande peso e muito feliz por não estar mais sofrendo.
Na morte violenta as sensações não são precisamente as mesmas. Nenhuma desagregação inicial tendo começado previamente à separação do corpo e do perispírito, a vida orgânica em plena exuberância de força é subitamente aniquilada. Nestas condições, o desprendimento só começa depois da morte e não pode completar-se rapidamente. O Espírito, colhido de surpresa, fica como que aturdido e sente, e pensa, e acredita-se vivo, prolongando-se esta ilusão até que compreenda o seu estado.
Esse estado intermediário entre a vida corporal e a espiritual é um dos mais interessantes para ser estudado, porque apresenta o espetáculo singular de um Espírito que julga material o seu corpo fluídico, experimentando ao mesmo tempo todas as sensações da vida orgânica. Há, além disso, dentro desse caso, uma série infinita de modalidades que variam segundo o caráter, os conhecimentos e progressos morais do Espírito. Para aqueles cuja alma está mais purificada, a situação pouco dura, porque já possuem em si como que um desprendimento antecipado, que a morte, mesmo súbita, não faz senão apressar.
Outros há, para os quais a situação se prolonga por anos inteiros. É uma situação essa muito frequente até nos casos de morte comum, que, nada tendo de penosa para Espíritos adiantados, se torna horrível para os atrasados. No suicida, principalmente, excede a toda expectativa e essa situação se faz ainda mais penosa. Preso ao corpo por todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele, com sofrimentos cruciantes.
O estado do Espírito por ocasião da morte pode ser assim resumido: tanto maior é o sofrimento do Espírito quanto mais lento for o desprendimento do perispírito; a presteza deste desprendimento está na razão direta do adiantamento moral do Espírito; para o Espírito desmaterializado, de consciência pura, a morte é qual um sono breve, isento de agonia, e cujo despertar é suavíssimo.
Para que cada qual trabalhe na sua própria purificação, reprimindo as más tendências e dominando as paixões, preciso se faz que abdique das vantagens imediatas em prol do futuro, visto como, para identificar-se com a vida espiritual, encaminhando para ela todas as aspirações e preferindo-a à vida terrena, não basta crer, mas é preciso compreender.
Devemos considerar essa vida debaixo de um ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo à razão, à lógica, ao bom senso e ao conceito em que temos a grandeza, a bondade e a justiça de Deus.
Considerado deste ponto de vista, o Espiritismo é, de todas as doutrinas filosóficas que conhecemos, a que exerce mais poderosa influência, pela fé inabalável que proporciona.
O espírita sério não se limita a crer, porque compreende, e compreende, porque raciocina; a vida futura é uma realidade que se desenrola incessantemente a seus olhos; uma realidade que ele toca e vê, por assim dizer, a todos os instantes e de modo que a dúvida não pode penetrar na sua mente, ou ter guarida em sua alma. A vida corporal, tão limitada, se apaga diante da vida espiritual, que se apresenta como a verdadeira vida.
Que lhe importam os incidentes da jornada, se ele compreende a causa e utilidade das vicissitudes humanas, quando suportadas com resignação? As relações diretas que mantém com o mundo invisível elevam-lhe a alma. Os laços fluídicos que o ligam à matéria se enfraquecem. E é assim que vai se operando por antecipação o desprendimento parcial que facilita a passagem desta para a outra vida. A perturbação consequente à transição pouco perdura, porque, uma vez franqueado o passo, para logo se reconhece, nada estranhando, antes compreendendo, a sua nova situação.
Com certeza não é só o Espiritismo que nos assegura esse resultado, nem ele tem a pretensão de ser o meio exclusivo, a garantia única de salvação para as almas. Porém, pelos conhecimentos que fornece, pelos sentimentos que inspira, como pelas disposições em que coloca o Espírito, fazendo-o compreender a necessidade de melhorar-se, facilita enormemente a salvação. Ele dá a mais, e a cada um, os meios de auxiliar o desprendimento doutros Espíritos ao deixarem o invólucro material, abreviando-lhes a perturbação pela evocação e pela prece.
Pela prece sincera, que é uma forma de magnetização espiritual, provoca-se a desagregação mais rápida do fluido perispiritual; pela evocação conduzida com sabedoria e prudência, com palavras de benevolência e conforto, combate-se o entorpecimento do Espírito, ajudando-o a reconhecer-se mais cedo, e, se é sofredor, incute-se-lhe o arrependimento - único meio de abreviar seus sofrimentos.
- Texto retirado do livro “O Céu e o Inferno” - Allan Kardec / 2ª Parte - Cap. I
- Nota do blog Espírita na Net – Edição realizada dos textos retirados do livro “O Céu e o Inferno”, das editoras FEB (40ª Edição) e LAKE (12ª Edição - Com tradução de J. Herculano Pires).
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Na esfera do reajuste
“Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo."
Jesus (João, 3:7)
Empeços e provações serão talvez os marcos que te assinalem a estrada hoje.
Diligenciemos, porém, com a reencarnação a retificar os erros e a ressarcir os débitos de ontem, para que a luz da verdade e o apoio da harmonia nos felicitem o caminho, amanhã...
A questão intrincada que te apoquenta agora, quase sempre, é o problema que abandonaste sem solução entre os amigos que, em outro tempo, se rendiam, confiantes, ao teu arbítrio.
O parente complicado que julgas carregar, por espírito de heroísmo, via de regra, é a mesma criatura que, em outra época, arrojaste ao desespero e à perturbação.
Ideais nobilitantes pelos quais toleras agressões e zombarias, considerando-te incompreendido seareiro do progresso, em muitas ocasiões, são aqueles mesmos princípios que outrora espezinhaste, insultando a sinceridade dos companheiros que a eles se associavam.
Calúnias que arrostas, crendo-te guindado aos píncaros da virtude pela paciência que evidencias, habitualmente nada mais são que o retorno das injúrias que assacaste, noutras eras, contra irmãos indefesos.
Falhas do passado procuram-te responsável, no corpo, na família, na sociedade ou na profissão, pedindo-te reajuste.
"Necessário vos é nascer de novo" – disse-nos Jesus.
Bendizendo, pois, a reencarnação, empenhemo-nos a trabalhar e aprender, de novo, com atenção e sinceridade, para que venhamos a construir e acertar em definitivo.
Emmanuel
(Do Livro “Palavras de Vida Eterna” - Francisco Cândido Xavier)
Jesus (João, 3:7)
Empeços e provações serão talvez os marcos que te assinalem a estrada hoje.
Diligenciemos, porém, com a reencarnação a retificar os erros e a ressarcir os débitos de ontem, para que a luz da verdade e o apoio da harmonia nos felicitem o caminho, amanhã...
A questão intrincada que te apoquenta agora, quase sempre, é o problema que abandonaste sem solução entre os amigos que, em outro tempo, se rendiam, confiantes, ao teu arbítrio.
O parente complicado que julgas carregar, por espírito de heroísmo, via de regra, é a mesma criatura que, em outra época, arrojaste ao desespero e à perturbação.
Ideais nobilitantes pelos quais toleras agressões e zombarias, considerando-te incompreendido seareiro do progresso, em muitas ocasiões, são aqueles mesmos princípios que outrora espezinhaste, insultando a sinceridade dos companheiros que a eles se associavam.
Calúnias que arrostas, crendo-te guindado aos píncaros da virtude pela paciência que evidencias, habitualmente nada mais são que o retorno das injúrias que assacaste, noutras eras, contra irmãos indefesos.
Falhas do passado procuram-te responsável, no corpo, na família, na sociedade ou na profissão, pedindo-te reajuste.
"Necessário vos é nascer de novo" – disse-nos Jesus.
Bendizendo, pois, a reencarnação, empenhemo-nos a trabalhar e aprender, de novo, com atenção e sinceridade, para que venhamos a construir e acertar em definitivo.
Emmanuel
(Do Livro “Palavras de Vida Eterna” - Francisco Cândido Xavier)
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
CAMPANHA AMIGA
Senhora.
Decididamente, o seu convite é uma honra.
A sua bondade me fala em conjugarmos esforços no apoio aos companheiros marginalizados pelo desgaste físico.
Sem dúvida, não é justo empregar a palavra “velhice” a fim de nos reportarmos a esses irmãos valorosos que souberam atravessar as barreiras do cotidiano, na Terra, sem recorrerem à fuga ou ao suicídio.
Que são heróis já se vê.
Formaram famílias robustas. Doaram-se a filhos e netos. Ergueram lar seguro para os descendentes. Trabalharam com fidelidade extrema aos próprios deveres.
E agora muitos deles se espalham por aí, largados a si mesmos ou afetuosamente detidos nos chamados “refúgios geriátricos”, sentenciados à tristeza, como se exílio fosse prêmio à dedicação.
Compreendemos que essa campanha em auxílio aos super-idosos não inclui qualquer gênero de crítica aos grupos sociais.
No crepúsculo da reencarnação os companheiros da estrada humana, quase sempre, estão cansados, qual se não tivessem tido tempo para socorrer aos próprios nervos, senão quando a aposentadoria.
E estamos convencidos de que a maioria deles se recolhe a pensionatos de tratamento a descanso atendendo a decisão voluntária. Sentem-se esses nossos irmãos incompatibilizados com as extravagâncias de determinados descendentes, declaram não suportar os costumes dos bisnetos, nem a algazarra das crianças. E retiram-se para as casas de repouso, no ilusório tentame de esquecer. Entretanto, a família lhes palpita nos recessos da alma. Começam a viver de recordações, imobilizados no tempo, com as lágrimas penduradas nos olhos, esperando que o carinho de alguém lhes reaqueça os corações.
Temos tantos casos desses, sob nossa observação que só nos resta formular os melhores votos pelo êxito do empreendimento que se reveste de tamanha oportunidade.
E se você, coração amigo, se você nos pode emprestar os ouvidos, escute o nosso apelo.
Se possível, adote uma criatura super-idosa por parente, sem afastá-la da paisagem na qual se encontre. Você surpreenderá o seu tutelado tanto em algum recanto esquecido, onde a penúria fornece lições de humildade e fé em Deus, quanto em algum pouso aristocrático, no qual a saudade leciona paciência e conformação.
Se é carência de ordem material o problema de seu protegido, recorde a importância de que o alimento e o agasalho se revestem para ele, e se é pesar pela ausência da família, conceda-lhe alguns minutos de conversação por semana.Meia hora de entendimento, um livro reconfortante, algum tópico ,ais expressivo da imprensa, essa ou aquela página de carinho ou um simples bilhete que demonstre atenção, constituem ingredientes de que se lhes entreteça o reconforto.
Mas por obséquio, não chame os seus protegidos por “vovô” ou por “vovó”, porque esses titulações pertencem aos pais de seus pais e, quando atiradas a outrem, podem ser pontas de sarcasmo que humilham ou depreciam aqueles que a recolhem.
Trate com gentileza o companheiro ou a irmã aos quais você se proponha auxiliar, como se estivesse à frente de um amigo e hóspede de Jesus.
E lembre-se de que se você não desencarnar na mocidade ou nas primeiras faixas de idade adulta, igualmente passará pela obrigação de tolerar o “tempo do desgaste” e, com toda a certeza, embora as plásticas regeneradoras em larga usança no mundo de hoje, você também andará de corpo abatido a inclinar-se para o chão até cair...
pelo Espírito Augusto Cezar Netto - Do livro: Augusto Vive, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Decididamente, o seu convite é uma honra.
A sua bondade me fala em conjugarmos esforços no apoio aos companheiros marginalizados pelo desgaste físico.
Sem dúvida, não é justo empregar a palavra “velhice” a fim de nos reportarmos a esses irmãos valorosos que souberam atravessar as barreiras do cotidiano, na Terra, sem recorrerem à fuga ou ao suicídio.
Que são heróis já se vê.
Formaram famílias robustas. Doaram-se a filhos e netos. Ergueram lar seguro para os descendentes. Trabalharam com fidelidade extrema aos próprios deveres.
E agora muitos deles se espalham por aí, largados a si mesmos ou afetuosamente detidos nos chamados “refúgios geriátricos”, sentenciados à tristeza, como se exílio fosse prêmio à dedicação.
Compreendemos que essa campanha em auxílio aos super-idosos não inclui qualquer gênero de crítica aos grupos sociais.
No crepúsculo da reencarnação os companheiros da estrada humana, quase sempre, estão cansados, qual se não tivessem tido tempo para socorrer aos próprios nervos, senão quando a aposentadoria.
E estamos convencidos de que a maioria deles se recolhe a pensionatos de tratamento a descanso atendendo a decisão voluntária. Sentem-se esses nossos irmãos incompatibilizados com as extravagâncias de determinados descendentes, declaram não suportar os costumes dos bisnetos, nem a algazarra das crianças. E retiram-se para as casas de repouso, no ilusório tentame de esquecer. Entretanto, a família lhes palpita nos recessos da alma. Começam a viver de recordações, imobilizados no tempo, com as lágrimas penduradas nos olhos, esperando que o carinho de alguém lhes reaqueça os corações.
Temos tantos casos desses, sob nossa observação que só nos resta formular os melhores votos pelo êxito do empreendimento que se reveste de tamanha oportunidade.
E se você, coração amigo, se você nos pode emprestar os ouvidos, escute o nosso apelo.
Se possível, adote uma criatura super-idosa por parente, sem afastá-la da paisagem na qual se encontre. Você surpreenderá o seu tutelado tanto em algum recanto esquecido, onde a penúria fornece lições de humildade e fé em Deus, quanto em algum pouso aristocrático, no qual a saudade leciona paciência e conformação.
Se é carência de ordem material o problema de seu protegido, recorde a importância de que o alimento e o agasalho se revestem para ele, e se é pesar pela ausência da família, conceda-lhe alguns minutos de conversação por semana.Meia hora de entendimento, um livro reconfortante, algum tópico ,ais expressivo da imprensa, essa ou aquela página de carinho ou um simples bilhete que demonstre atenção, constituem ingredientes de que se lhes entreteça o reconforto.
Mas por obséquio, não chame os seus protegidos por “vovô” ou por “vovó”, porque esses titulações pertencem aos pais de seus pais e, quando atiradas a outrem, podem ser pontas de sarcasmo que humilham ou depreciam aqueles que a recolhem.
Trate com gentileza o companheiro ou a irmã aos quais você se proponha auxiliar, como se estivesse à frente de um amigo e hóspede de Jesus.
E lembre-se de que se você não desencarnar na mocidade ou nas primeiras faixas de idade adulta, igualmente passará pela obrigação de tolerar o “tempo do desgaste” e, com toda a certeza, embora as plásticas regeneradoras em larga usança no mundo de hoje, você também andará de corpo abatido a inclinar-se para o chão até cair...
pelo Espírito Augusto Cezar Netto - Do livro: Augusto Vive, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Decisão nas Trevas
Ver o livro: Contos Desta e Doutra Vida/Chico Xavier e Irmão X - FEB, lições: Festas, T.B.C. e Decisão nas Trevas
A Reunião das Trevas
O Chefe dos Espíritos das Trevas convocou uma Convenção Mundial de obsessores.
Em seu discurso de abertura, ele disse:
"Não podemos impedir os cristãos de irem aos seus templos."
"Não podemos impedi-los de ler os livros e conhecerem a verdade."
"Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com os Espíritos Elevados e Jesus.
“E, uma vez que eles ganham essa conexão com os Espíritos Elevados e Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.”
"Então vamos deixá-los ir para seus Centros Espíritas e suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado". "O que quero que vocês façam é o seguinte"- disse o obsessor-chefe:
"Distraia-os a ponto de que não consigam aproximar-se de Jesus e dos espíritos superiores."
- Como vamos fazer isto? Gritaram os seus asseclas.
Respondeu-lhes:
"Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes."
"Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado..."
"Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios."
"Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos."
"À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho".
"Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranqüila que orienta seus espíritos".
"Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais".
"Bombardeiem as suas mentes com noticias, negativas: crimes, violência, sexo, drogas, desemprego, o fim do mundo, vai faltar água, vai faltar ar para respirarem 24 horas por dia".
"Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos, falarem de acidentes".
"Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças".
"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas"...
"Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos. Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começarão a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente."
"Dê-lhes Papai Noel, para que esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal." "Dê-lhes muitos presentes no Dia das Mães, dos Pais".
"Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e a Sua mensagem sobre o pecado e a morte."
"Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!".
"Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e à TV entorpecedora. Mantenha-os ocupados, ocupados."
"E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas".
"Encham as vidas de todos eles
com tantas causas supostamente
importantes a serem defendidas
que não tenham nenhum tempo para buscarem a espiritualidade e Jesus".
Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa."
Ah!... diga-lhes ainda que o hábito da oração em família é fanatismo. Que é balela a ínformação que diz que o lar que ora os Espíritos Benfeitores estarão montando um sistema de proteção 24 horas/dia. Que isso possa evitar enfermidades, acidentes, desentendimentos familiares. Etc e etc....
Que continui a exigir que nas "Escolas" seus filhos, definitivamente, não possam e nem devam rezar juntos aos Professores ao iniciarem-se as aulas. Que cultivem a infeliz idéia de que rezar coletivamente, não agrada ao Pai, porque cada um tem uma religião diferente. Que o "Pai Nosso" não nos foi ensinado por Jesus Cristo e, muito menos que se se trate de um modelo de oração do Amor do Criador!...
-"Isto vai funcionar!! Vai funcionar !!"
Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para
suas famílias.
Não tendo nenhum tempo para contar
a outros sobre a sublimidade e o poder do Evangelho de Jesus para transformar suas vidas. E que continueem acreditando em "milagres", sem mesmo que haja, por parte deles, a necessidade de algo de bom realizarem.
Em tempo: Inspire-lhes, insistentemente, a responderem, sempre que indagados: - "Tudo bem?" - "Como vai?" - "Como está?"
- "Tudo mal"
-"Tô péssimo"
- "Tô igualzinho prego na areia!..."
Creio que a pergunta é:
Teve o Obsessor-chefe sucesso nas suas maquinações?
Por favor, passe isto adiante, se você não estiver muito OCUPADO!
A Reunião das Trevas
O Chefe dos Espíritos das Trevas convocou uma Convenção Mundial de obsessores.
Em seu discurso de abertura, ele disse:
"Não podemos impedir os cristãos de irem aos seus templos."
"Não podemos impedi-los de ler os livros e conhecerem a verdade."
"Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com os Espíritos Elevados e Jesus.
“E, uma vez que eles ganham essa conexão com os Espíritos Elevados e Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.”
"Então vamos deixá-los ir para seus Centros Espíritas e suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado". "O que quero que vocês façam é o seguinte"- disse o obsessor-chefe:
"Distraia-os a ponto de que não consigam aproximar-se de Jesus e dos espíritos superiores."
- Como vamos fazer isto? Gritaram os seus asseclas.
Respondeu-lhes:
"Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes."
"Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado..."
"Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios."
"Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos."
"À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho".
"Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranqüila que orienta seus espíritos".
"Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais".
"Bombardeiem as suas mentes com noticias, negativas: crimes, violência, sexo, drogas, desemprego, o fim do mundo, vai faltar água, vai faltar ar para respirarem 24 horas por dia".
"Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos, falarem de acidentes".
"Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças".
"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas"...
"Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos. Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começarão a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente."
"Dê-lhes Papai Noel, para que esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal." "Dê-lhes muitos presentes no Dia das Mães, dos Pais".
"Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e a Sua mensagem sobre o pecado e a morte."
"Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!".
"Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e à TV entorpecedora. Mantenha-os ocupados, ocupados."
"E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas".
"Encham as vidas de todos eles
com tantas causas supostamente
importantes a serem defendidas
que não tenham nenhum tempo para buscarem a espiritualidade e Jesus".
Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa."
Ah!... diga-lhes ainda que o hábito da oração em família é fanatismo. Que é balela a ínformação que diz que o lar que ora os Espíritos Benfeitores estarão montando um sistema de proteção 24 horas/dia. Que isso possa evitar enfermidades, acidentes, desentendimentos familiares. Etc e etc....
Que continui a exigir que nas "Escolas" seus filhos, definitivamente, não possam e nem devam rezar juntos aos Professores ao iniciarem-se as aulas. Que cultivem a infeliz idéia de que rezar coletivamente, não agrada ao Pai, porque cada um tem uma religião diferente. Que o "Pai Nosso" não nos foi ensinado por Jesus Cristo e, muito menos que se se trate de um modelo de oração do Amor do Criador!...
-"Isto vai funcionar!! Vai funcionar !!"
Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para
suas famílias.
Não tendo nenhum tempo para contar
a outros sobre a sublimidade e o poder do Evangelho de Jesus para transformar suas vidas. E que continueem acreditando em "milagres", sem mesmo que haja, por parte deles, a necessidade de algo de bom realizarem.
Em tempo: Inspire-lhes, insistentemente, a responderem, sempre que indagados: - "Tudo bem?" - "Como vai?" - "Como está?"
- "Tudo mal"
-"Tô péssimo"
- "Tô igualzinho prego na areia!..."
Creio que a pergunta é:
Teve o Obsessor-chefe sucesso nas suas maquinações?
Por favor, passe isto adiante, se você não estiver muito OCUPADO!
A MELHOR CHAVE
Efetivamente, muitos são os problemas que nos assediam a existência. Dificuldades que não se esperam, tribulações que nos espancam mentalmente de imprevisto, sofrimentos que se instalam conosco sem que lhes possamos calcular a duração, desajustes que valem por dolorosos constrangimentos.
Se aspiras a obter solução adequada às provas que te firam, não te guies pela rota do desespero.
Tens contigo uma chave bendita, -A chave da humildade, cunhada no metal puro da paciência. Perante quaisquer tropeços da estrada, usa semelhante talento do espírito e alcançarás para logo a equação de harmonia e segurança a que se pretendes chegar.
Nada perderás, deixando fale alguém com mais autoridade do que aquela de que porventura disponhas; nunca te diminuirás por desistir de uma contenda desnecessária; em coisa alguma te prejudicarás abraçando o silêncio de conceitos deprimentes que te sejam desfechados; não sofrerás prejuízo em te calando nesta ou naquela questão que diga respeito exclusivamente às tuas conveniências e interesses pessoais; grandes lucros no campo íntimo te advirão da serenidade ou da complacência com que aceites desprestígios ou preterição; jamais te arrependerás de abençoar ao invés de reclamar, ainda mesmo em ocorrências que te amarguem as horas; e a simpatia vibrará sempre em teu favor, toda vez que cedas de ti mesmo, a benefício dos outros.
Efetuemos os investimentos valiosos de paz e felicidade, suscetíveis de serem capitalizados por nós, através de pequenos gestos de tolerância e bondade e o programa de trabalho a que a vida nos indique ganhará absoluta eficiência de execução.
Seja na vida particular ou portas a dentro de casa, no grupo de serviço a que te vinculas ou na grande esfera social em que se te decorre a existência, sempre que te vejas à beira do ressentimento ou revide, rebeldia ou desânimo, nunca te entregues à irritação.
Tenta a humildade.
Nota: Desconheço os autores
Se aspiras a obter solução adequada às provas que te firam, não te guies pela rota do desespero.
Tens contigo uma chave bendita, -A chave da humildade, cunhada no metal puro da paciência. Perante quaisquer tropeços da estrada, usa semelhante talento do espírito e alcançarás para logo a equação de harmonia e segurança a que se pretendes chegar.
Nada perderás, deixando fale alguém com mais autoridade do que aquela de que porventura disponhas; nunca te diminuirás por desistir de uma contenda desnecessária; em coisa alguma te prejudicarás abraçando o silêncio de conceitos deprimentes que te sejam desfechados; não sofrerás prejuízo em te calando nesta ou naquela questão que diga respeito exclusivamente às tuas conveniências e interesses pessoais; grandes lucros no campo íntimo te advirão da serenidade ou da complacência com que aceites desprestígios ou preterição; jamais te arrependerás de abençoar ao invés de reclamar, ainda mesmo em ocorrências que te amarguem as horas; e a simpatia vibrará sempre em teu favor, toda vez que cedas de ti mesmo, a benefício dos outros.
Efetuemos os investimentos valiosos de paz e felicidade, suscetíveis de serem capitalizados por nós, através de pequenos gestos de tolerância e bondade e o programa de trabalho a que a vida nos indique ganhará absoluta eficiência de execução.
Seja na vida particular ou portas a dentro de casa, no grupo de serviço a que te vinculas ou na grande esfera social em que se te decorre a existência, sempre que te vejas à beira do ressentimento ou revide, rebeldia ou desânimo, nunca te entregues à irritação.
Tenta a humildade.
Nota: Desconheço os autores
RESGUARDAR-SE
Resguarde-se:
dos tentáculos do desânimo, com a prece sincera;
das arremetidas da sombra, com a vigilância efetiva;
dos ataques do medo, com a luz da meditação;
dos miasmas do tédio, com o serviço incessante;
das nuvens da ignorância,com a bênção do estudo;
das labaredas da revolta, com a fonte da confiança;
das armadilhas do fanatismo, com a fé raciocinada;
das águas mortas do estacionamento, com o trabalho constante e desinteressado no bem.
Cada espírito traz em si as forças ofensivas do mal e os recursos defensivos do bem, na marcha da evolução.
A vitória do bem, conquanto seja fatal, depende, pois do livre arbítrio de cada um.
Assim sendo, para a sua felicidade, resguarde-se de toda contemporização com os enganos que nascem de você mesmo.
pelo Espírito André Luiz - Do livro: Estude e Viva, Médium: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
dos tentáculos do desânimo, com a prece sincera;
das arremetidas da sombra, com a vigilância efetiva;
dos ataques do medo, com a luz da meditação;
dos miasmas do tédio, com o serviço incessante;
das nuvens da ignorância,com a bênção do estudo;
das labaredas da revolta, com a fonte da confiança;
das armadilhas do fanatismo, com a fé raciocinada;
das águas mortas do estacionamento, com o trabalho constante e desinteressado no bem.
Cada espírito traz em si as forças ofensivas do mal e os recursos defensivos do bem, na marcha da evolução.
A vitória do bem, conquanto seja fatal, depende, pois do livre arbítrio de cada um.
Assim sendo, para a sua felicidade, resguarde-se de toda contemporização com os enganos que nascem de você mesmo.
pelo Espírito André Luiz - Do livro: Estude e Viva, Médium: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
Alma e corpo
Emmanuel e Chico Xavier
Do livro: Neste Instante - CEU
Não nos esqueçamos de que o corpo na Terra é o filtro vivo de nossa alma.
Nossos pensamentos expressar-se-ão, segundo sentimos, tanto quanto nossos atos serão exteriorizados, conforme pensamos.
Todos os processos emocionais do coração atingem o cérebro, de onde se irradiam para o campo das manifestações e das formas.
Sensações e atitudes mais íntimas se nos mostram, invariavelmente, na vida de relação.
A gula produz a deformidade física.
O orgulho estabelece a irritação sistemática.
A vaidade conduz à perturbação.
A cólera dá origem a graves desequilíbrios.
O ciúme leva ao ridículo.
A maldade se transforma em delito.
O desânimo alimenta o caruncho da inutilidade.
A ignorância faz a penúria.
A tristeza improdutiva cria moléstias fantasmas.
Os hábitos indesejáveis trazem a antipatia em torno de quantos a eles se afeiçoam.
A paixão, não raro, conduz à morte.
Cada sentimento emite raios e forças intangíveis que lhe serão característicos.
Cultivemos a bondade, a compreensão e a alegria, porquanto nelas possuímos o manancial das energias de soerguimento e elevação da alma para Deus, nosso Pai e Misericordioso Senhor.
Nem corpo inteiramente mergulhado na Terra, nem espírito integralmente absorvido na contemplação do firmamento.
A árvore produz para o mundo, sustentando a vida, de raízes imersas no solo e de copa florida a espraiar-se em pleno Céu.
Aprendamos com a natureza.
A situação ideal será sempre a do equilíbrio com a vigilância concentrada por dentro. Por isso mesmo há muitos séculos, já nos afirmava a profecia: Guardai com carinho e cuidado o coração porque realmente dele é que procedem as correntes da vida
Do livro: Neste Instante - CEU
Não nos esqueçamos de que o corpo na Terra é o filtro vivo de nossa alma.
Nossos pensamentos expressar-se-ão, segundo sentimos, tanto quanto nossos atos serão exteriorizados, conforme pensamos.
Todos os processos emocionais do coração atingem o cérebro, de onde se irradiam para o campo das manifestações e das formas.
Sensações e atitudes mais íntimas se nos mostram, invariavelmente, na vida de relação.
A gula produz a deformidade física.
O orgulho estabelece a irritação sistemática.
A vaidade conduz à perturbação.
A cólera dá origem a graves desequilíbrios.
O ciúme leva ao ridículo.
A maldade se transforma em delito.
O desânimo alimenta o caruncho da inutilidade.
A ignorância faz a penúria.
A tristeza improdutiva cria moléstias fantasmas.
Os hábitos indesejáveis trazem a antipatia em torno de quantos a eles se afeiçoam.
A paixão, não raro, conduz à morte.
Cada sentimento emite raios e forças intangíveis que lhe serão característicos.
Cultivemos a bondade, a compreensão e a alegria, porquanto nelas possuímos o manancial das energias de soerguimento e elevação da alma para Deus, nosso Pai e Misericordioso Senhor.
Nem corpo inteiramente mergulhado na Terra, nem espírito integralmente absorvido na contemplação do firmamento.
A árvore produz para o mundo, sustentando a vida, de raízes imersas no solo e de copa florida a espraiar-se em pleno Céu.
Aprendamos com a natureza.
A situação ideal será sempre a do equilíbrio com a vigilância concentrada por dentro. Por isso mesmo há muitos séculos, já nos afirmava a profecia: Guardai com carinho e cuidado o coração porque realmente dele é que procedem as correntes da vida
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"Espíritas! Amai-vos, eis o primeiro mandamento; Instruí-vos, eis o segundo."