Siga este Blogue e indique aos seus amigos, eles lhe agradecerão...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

QUEM

Quem não luta costuma estagnar-se.
Quem pára dorme.
Quem se entrega ao sono da alma, tarde contempla o sublime despertar.
Quem dá recebe.
Quem sofre com a paciência recolhe mais luz.
Quem se sacrifica pelo bem dos outros, espiritualiza a própria existência, colocando-se na subida para os cimos da verdadeira felicidade.
Quem ajuda ampara a si mesmo.
Quem renuncia adquire com mais segurança.
Quem ama pela glória de amar, como Jesus nos amou, cedo conhece a vitória e a ressurreição.

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Dicionário da Alma)

CARIDADE E CONVIVÊNCIA

A Caridade é a base da paz no relacionamento humano.

A Convivência feliz pede apoio e compreensão.

Por vezes, é possível que os outros necessitem de nós, mas não podemos esquecer que

todos nós necessitamos igualmente dos outros.

Auxilia aos vizinhos para que os vizinhos te auxiliem.

O próximo é a ponte capaz de escorar-nos na travessia das dificuldades.

Não fujas à prestação de serviço que a outrem consigas oferecer.

Esquece possíveis ofensas alheias, reconhecendo os nossos próprios erros.

Fala criando otimismo e paz.

Não te queixes de ninguém.

Trabalha e serve sempre.

Decerto, pensando na importância da Caridade nos mecanismos de nossas relações

recíprocas, é que Jesus nos legou a observação inesquecível:

- "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei."

(Livro CONVIVENCIA - Francisco Cândido Xavier - pelo espírito Emannuel)

DESCULPAS

A desculpa ante as faltas de que você tenha sido vítima, invariavelmente, é ação em seu próprio favor.

Preste uma informação sem diminuir quem a solicita.

Atenda ao bem pela alegria de servir, sem cobrar tributos de gratidão.

Não exija a cooperação dos outros em tarefas que você possa realizar por si mesmo.





pelo Espírito André Luiz - do Livro: Agenda de Luz - Francisco Cândido Xavier.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Nuanças Mediúnicas

Obs: acerca das comunicações em outras línguas, sobretudo.

Por muito tempo, dúvidas haviam da realidade das comunicações espirituais. Compreende-se, perfeitamente, que os investigadores pouco lastreados, em suas próprias mensurações, colhessem resultados pouco animadores para não dizermos duvidosos.

As comunicações mediúnicas realizam-se em faixas subjetivas, deixando o nosso terreno intelectivo analítico, de bases objetivas, como sem possibilidades de avaliações. Partindo dessa premissa, as análises das comunicações só poderão ser feitas por indivíduos que possuam vivências no campo psicológico e, principalmente, nos denominados parapsicológicos.

É preciso registrar que as comunicações mediúnicas, de toda natureza, inclusive as realizadas com médiuns exercitados, bem traduzem o conteúdo das mensagens, porém, sempre carregando as "tinturas" do médium ou aparelho receptor.

Isto quer dizer que o Espírito comunicante, ao "refletir-se" no médium, utiliza o que o mesmo possui: se é um médium de arcabouço psicológico evoluído encontrará boas condições para exteriorizar seu pensamento; se o médium apresenta, pelo seu dia-a-dia, pouca evolução, traduzida em reduzidas condições psicológicas, é claro que o comunicante não encontrará elementos específicos a fim de expressar a desejada mensagem.

Tudo isso é bem claro como regra geral, porquanto, em casos especiais, a lógica nos faz pensar que a influência espiritual será de tal ordem, a ponto de suplantar muitas deficiências no médium que não possua certas condições. Os requisitos evolutivos dos médiuns não podem ser analisados e avaliados diante do seu atual arcabouço psicológico, porquanto, muitos deles se encontram em singelas reencarnações intelectuais, embora, possuindo um rico e experiente pretérito. Na recíproca dessas propostas poderemos ter outros tantos ângulos de avaliações. Assim, não será fácil aos avaliadores pouco afeitos a essas pesquisas, compreenderem muitos dos fatos como das inusitadas angulações da mecânica mediúnica.

Através de mais de três décadas de observações pelos campos da mediunidade, acolitado por informações espirituais de variados matizes, concluímos que o Espírito comunicante, nas denominadas incorporações mediúnicas, emite a mensagem com valores de seu pensamento, incluindo o idioma que melhor manipula. Toda essa carga psicológica será como que incrustada, após a aceitação pelo médium, nas malhas vibratórias da zona perispiritual do receptor. Por este modo, haveria um encontro de vibrações entre a vontade-apelo do Espírito e a vontade-resposta do médium, devido a sua vontade-aceitação.

O perispírito do médium, inundado pelas emissões do perispírito da Entidade comunicante, absorve essas correntes superiores de pensamento ( comunicações harmônicas ) com toda a carga que se acham investidas. Desse modo, o perispírito do receptor enriquece-se do referido material e passa a manter a corrente, que sempre existe nos indivíduos, em direção às células físicas. Nestes casos específicos, o perispírito traz, além do que é realmente do espírito do médium, os elementos enxertados pelo perispírito da Entidade comunicante, transferindo toda essa carga para a zona física. O médium adestrado na vivência mediúnica, acaba compreendendo o que é seu e o que é do Espírito comunicante, nos casos da chamada mediunidade consciente. No caso da mediunidade semiconsciente ou inconsciente a distinção torna-se mais difícil.

Realmente, será na zona de transição entre o perispírito e a matéria que esses delicados mecanismos espirituais se expressam. As correntes perispirituais, à medida que se aproximam da zona física, vão modificando o teor de suas energias especificas, possibilitando, nestas transformações, os adequados símbolos que as células nervosas ou neurônios tenham condições de entender e expressar os pensamentos captados. Nesta transmutação, a tela neuronial traduzirá, de acordo com as condições, a carga que o perispírito, já enriquecido pela mensagem, carrega.

Anote-se, como de importância, que a zona perispiritual do médium será a região que manipulará o pensamento do comunicante. Se a comunicação é fornecida por um Espírito que utilizou idioma desconhecido pelo médium, nesta região dar-se-ia a transmutação de linguagem, que será tanto mais ajustada e especifica se o médium possuir experiências pregressas naquele idioma, mesmo desconhecendo no momento presente a língua em pauta.

Tudo isso quer dizer que o delicado mecanismo mediúnico será realizado de modo a que a zona consciente do médium não intervenha; isto é, seria um processo apropriado e manipulado pelos campos internos do psiquismo ( zona espiritual ou inconsciente), onde a zona consciente não possui interferência direta. Pela natural e acertada vontade de realização do fenômeno pelo médium, haveria aberturas e facilidades de passagem da carga mensageira pelos campos terminais do psiquismo, onde as expressões conscientes se mostram na estrutura intelectual.

André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, a respeito da linguagem dos desencarnados, nos fornece os seguintes dados: "Incontestavelmente, a linguagem do Espírito é, acima de tudo, a imagem que exterioriza de si próprio.

"Isso ocorre mesmo no plano físico, em que alguém, sabendo refletir-se, necessitará de poucas palavras para definir a largueza de seus planos e sentimentos, acomodando-se à síntese que lhe angaria maior cabedal de tempo e influência.

"Espíritos desencarnados, em muitos casos, quando controlam as personalidades mediúnicas que lhes oferecem sintonia, operam sobre elas a base das imagens positivas com que as envolvem no transe, compelindo-as a lhes expressar os conceitos.

"Nessas circunstâncias, expressa-se a mensagem pelo sistema de reflexão, em que o médium, embora guardando o córtex encefálico anestesiado por ação magnética do comunicante, lhe recebe os ideogramas e os transmite com as palavras que lhe são próprias."

Até o momento ainda desconhecemos os detalhes desta complexa estruturação que é o fenômeno mediúnico. A fim de compreendermos como o processo se deve dar, é que fizemos a descrição acima, em síntese, como hipótese de entendimento. Este mecanismo estará amparado não só em observações e convivência do fenômeno, como também, pelas informações espirituais criteriosas, apesar de quase sempre reduzidas, coisa de fácil compreensão. Consideremos, também, como de valor, na avaliação da fenomenologia em pauta, as pesquisas realizadas com as regressões de memória.

O nosso trabalho sobre regressão de memória, auxiliado pela hipnose, forneceu bom material para ilações neste campo. Anotamos que alguns daqueles que participam das regressões de memória, em recordando determinada etapa reencarnatória pretérita, falava a língua da época; em raros casos registramos algum arrastado sotaque, devendo-se, esta condição, a atual tela consciente, onde os dados pretéritos tinham dificuldades de se mostrarem integrais em sua origem.Joeirand-se estes pequenos e reduzidos fatores, as forças internas do regredido, isto é, seu bloco energético anímico, mostrava grande parte do passado pelas aberturas que a hipnose determinou na zona consciente.

Trazendo esses fatores para o setor mediúnico, onde, como vimos, existem manipulações das zonas perispirituais em ação - emissor e receptor, Espírito comunicante e médium - vê-se quanto o aparelho receptor elabora elementos para bem traduzir o que o emissor ( Espírito) deseja.

As coisas passam a mostrar maior complexidade, quando o pensamento do comunicante se faz em idioma diferente daquele que o médium está manipulando no seu dia-a-dia de encarnado.

Haverá, assim, nos arcanos do Espírito, zonas e campos onde o pensamento é um só e, à medida que esse bloco de energias vai ganhando a periferia do psiquismo ou zona consciente, vai existindo a necessidade da palavra e organização de frases para a expressão do pensamento. Quanto mais para o psiquismo de profundidade ou zona espiritual o pensamento será como que purificado e representando um único matiz; isto é, o bloco de energias se faz presente e, vibratoriamente, elabora a percepção sem a necessidade da palavra. Quanto mais perto do psiquismo de superfície ou zona material ( zona consciente), mais haverá necessidade das expressões perceptivas de um idioma.

Todas as frases de uma determinada língua possuem a carga de sua própria emoção, na dependência de quem está fazendo a emissão. É como se as palavras tivessem um sustentáculo energético do pensamento elaborado. Assim, as palavras seriam símbolos elaborados, entre a zona espiritual e perispiritual, com finalidade de utilização pela zona consciente, onde se refletem e se mostram. À medida que o ser vai evoluindo, todos esses símbolos, estribados nos variados idiomas e arrecadados nas diversas etapas reencarnatórias, se vão como que ajustando e buscando pontos comuns até se refletirem num idioma universal.

Revista "Presença Espírita".
Jorge Ândrea dos Santos

MORDOMIAS

- Estamos construindo um mundo novo - disse Cláudio ao jovem advogado que aderia ao trabalho do grupo, e sem criticar os costumes de vários Países, desejaria conhecer o pensamento de Cristo sobre mordomias. Não me lembro de nenhuma passagem do Novo Testamento que nos conduza às idéias e opiniões do Divino Mestre, nesse sentido...

Um professor dos que se achavam presentes tomou a palavra e informou:

- Jesus era contrário a semelhante sistema de privilégios inaceitáveis.

- Em que tópico será possível encontrar as conclusões que o senhor terá chegado? Falou o rapaz...

O educador buscou um exemplar do Novo Testamento e em voz alta narrou a expressiva história de um homem avaro entre os capítulos 19 a 21 do Evangelho do Apóstolo São Lucas:

- E Jesus disse-lhes a seguir esta parábola: "Havia um rico homem. Suas terras haviam produzido extraordinariamente e que se entretinha a pensar consigo mesmo, assim: Que hei de fazer, pois já não tenho lugar onde possa colocar tudo, o que vou colher? Aqui está, disse, o que farei: demolir os meus celeiros e construir outros maiores, onde depositarei a minha colheita e todos os meus bens. E direi à própria alma: Tens de reserva muitos bens para longos anos! Repousa, come, bebe e goza. Mas Deus, ao mesmo tempo, disse ao homem: Que insensato és!...Esta noite mesmo, tomar-te-ão a alma; para que servirá então o que acumulaste?".

E o professor rematou:

- Nessa parábola simples, Jesus ensina o que pensava acerca de mordomias. O homem era rico, foi surpreendido pela produção abundante das suas próprias terras. Tão grande se lhe fizeram as facilidades que se propôs a levantar celeiros mais amplos, nos quais pudesse ajuntar a enorme colheita e todos os bens que possuía. Ele que já se achava provido do necessário, queria entesourar o supérfluo? Não encontramos aí as ilações do Mestre, com respeito às mordomias dos tempos modernos?

O jovem rapaz que acompanhava a leitura com grande respeito e atenção se manteve, então, em profundo silêncio.





Do livro: “A Semente De Mostarda” – pelo Espírito: Emmanuel – pelo Médium: Francisco Câncido Xavier

CRISE E VOCÊ

Justificando suas aflições, você relaciona as crises que enxameiam o mundo:
Crise na balança do comércio mundial;
Crise nos negócios, que sofrem ágios altos;
Crise na saúde, que se decompõe por uso de drogas, agressões e permissividades;
Crise de trabalho, com o desemprego de milhões de cidadãos;
Crise ambiental, em virtude da poluição;
Crise de confiança, por falta de ética de fraternidade entre os homens;
Crise de amor, enxovalhado pelas explosões da sensualidade.
Há crise, mas você pode modificar a paisagem que lhe parece anárquica:
Não acuse o caído - levante-o.
Não exceda dos seus direitos - cumpra com os seus deveres.
Não semeie pessimismo - difunda ânimo.
Para sair da crise íntima, inicie um projeto dignificante em seu favor, seguindo a regra do Apóstolo Paulo: "deteste o mal e apegue-se ao bem", sempre e invariavelmente.

(Divaldo Pereira Franco por Marco Prisco. In: Sementes da Vida)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

AS ESCOLHAS DA NOSSA VIDA

Vez ou outra verificamos que profissionais se transferem de um para outro local de trabalho.

Às vezes nos perguntamos se isso tem a ver somente com salários mais altos, mais vantagens econômicas.

E nos surpreendemos quando descobrimos que alguns, simplesmente mudam porque desejam desfrutar de melhor qualidade de vida.

Registramos depoimento de uma jornalista que, não faz muito tempo, se transferiu de emissora televisiva.

Diz que a vida real não são as conquistas efêmeras. Que marido, família, amigos são criaturas que estarão conosco, mesmo quando a empresa não mais fizer parte do nosso cotidiano.

Tendo recebido de sua mãe o conselho de se tornar independente, para não ficar dependendo de ninguém, deu ênfase total à sua carreira.

E nesse afã, relegou para segundo plano o lado emocional. Não se dera conta, então, que para conquistar o seu espaço, vencer como os homens e ter poder como eles, não precisava deixar o seu universo.

Descobriu, agora, que é possível incorporar os dois. Mas, para isso, é necessário ouvir a sua voz interior.

Há 18 anos ela não conseguia ir a um aniversário de amigos, nem jantar com a família.

Não via seu marido a semana toda. Chegava em casa às 2 da manhã. Ele acordava às 7.

Chegou a comprar um quadro branco e colocar no quarto. Ali deixava os recados antes de deitar e encontrava os do marido, ao se levantar.

Na sexta, ele a esperava. Ficavam juntos até às 4 da madrugada. Levantavam tarde no sábado.

E, num piscar de olhos, o sábado tinha acabado. Isso, às vezes. Porque em muitos finais de semana ela estava de plantão.

Foi por isso que ela decidiu largar um emprego excelente em troca de sua felicidade.

Não foi fácil. Foram noites de insônia e tensão. Chorou. Contudo, o apoio do marido a auxiliou a decidir.

Eles se conheceram há apenas 3 anos. Tudo foi muito rápido. Ela o entrevistou e conversaram um pouco, depois. Sobre trabalho, viagens.

Na semana seguinte, ela foi para a França. Em Paris, recebeu um telefonema, no hotel.

Era ele.

Você veio para um congresso? Perguntou.

Não, foi a resposta. Vim convidar você para jantar.

Quatro meses depois estavam casados.

É essa relação especial que ela deseja preservar. E aconselha: Em sua carreira, em suas conquistas, vá com calma. Deixe o homem participar de seu universo. E goste disso.

Encontre o seu ponto de equilíbrio e não tenha medo de lutar por seus sonhos.

A jornalista inclui em seus planos atuais, dedicação ao novo emprego, sem abrir mão da parte pessoal.

Pretende se tornar mãe.

Afirma que está feliz e consegue, hoje, depois de três anos de casada, ir ao cinema à noite com seu marido.

Você somente será feliz se o amor fizer parte da sua vida. Você pode amar a sua profissão, dedicar-se de forma total, conseguir sucesso e fama.

Poderá ter poder e dinheiro.

Mas, se não tiver alguém para amar e alguém que o ame, não se sentirá verdadeiramente realizado.

Ninguém vive sem amor. Amor de esposa, irmã, de uma mãe. O carinho de amigos. A ternura de alguém.

Um momento para amar. Uma criança. Um idoso.

Um momento para receber a gratidão, o carinho.

O amor é condimento indispensável à vida.





Redação do Momento Espírita com base em depoimento da jornalista Ana Paula Padrão, intitulado As escolhas da nossa vida

A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...

A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...
"Espíritas! Amai-vos, eis o primeiro mandamento; Instruí-vos, eis o segundo."