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segunda-feira, 8 de março de 2010

Deus

Perante Deus toda pessoa é importante.
Emmanuel -"Pérolas de Luz"
Não duvides da Lei, Deus faz sempre o melhor.
Emmanuel
Não te aflijas. As Leis de Deus estão velando.
Emmanuel -"Pérolas de Luz"
Zeus é o ar, a terra, o mundo, Zeus é tudo.
Ésquilo, séc. 5 a.C.
Existe um só Deus, maior do que todos os deuses e os homens, que não se parece com o homem nem pela forma exterior nem pelo pensamento.
Xenófanes
Zeus, rei soberano, pai dos deuses e dos homens.
Homero, século 8 a.C.
Deus não é intelecto, mas a causa do intelecto. Deus não é o sopro,mas a origem do sopro. Deus não é a luz, mas a causa da luz. Ele é o espaço que se contém a si mesmo. Incorporal, incapaz de erro, impassível,intangível, imutável.
Hermes Trismegisto, séc. 3 d.C.
Por maiores que tenham sido as crises por que passei, nunca desci até o ateísmo, nunca cheguei a negar a existência de Deus.
Charles Darwin
Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.
Louis Pasteur, 1822-1895
Ambas, a religião e a ciência da natureza, envolvem, em seu exercício,a afirmação de Deus
. Max Plank, 1857-1947
Acredite em Alá, mas amarre o seu camelo.
provérbio árabe
Deus está nos detalhes.
Mies Van Der Rohe
Deus fez o primeiro jardim, e Caim, a primeira cidade.
Abrajhan Cowley

Caridade

Fora da caridade não há salvação.
Allan Kardec
Não olvides que a caridade é o coração no teu gesto.
Meimei
Caridade ensinada melhora os ouvidos. Caridade praticada aprimora os corações.
Emmanuel
A receita de vida melhor será sempre melhorar-nos, através da melhora que venhamos a realizar para os outros.
Emmanuel -"Pérolas de Luz"

Auxiliar

Quanto mais auxiliardes aos outros, mais amplo auxílio recebereis da Vida Mais Alta.
Bezerra de Menezes
Não te digas incapaz, nem te digas inútil. Auxilie como puderes.
Emmanuel - "Pérolas de Luz"
Que grande diferença existe entre o conselho e a ajuda.
Roberto Duailibi

Estudos sobre a idade de Jesus

Ivan René Franzolim

Aprendemos tradicionalmente que Cristo nasceu no dia 25 de dezembro do ano denominado 1, que viveu trinta e três anos, que seu ministério durou três anos e que morreu aos 33 anos de idade. O estudo e as pesquisas históricas porém, revelam um pouco mais sobre a idade de Jesus.

Como começou a ser calculada a era cristã

Até quinhentos anos após a morte de Cristo, a contagem dos anos era feita a partir do ano da fundação de Roma. Atribuí-se ao Monge Dionísio - o Pequeno, a contagem atual dos anos, partindo-se da suposta data do nascimento de Jesus.

Monge Dionísio viveu em Roma entre os anos 500 e 545, traduzindo do grego para o latin diversas obras eclesiásticas. Ao elaborar uma tabela com a data da Páscoa numa série de anos, ele usou pela primeira vez a expressão "era cristã", designando os anos subseqüentes ao ano de 753 da fundação de Roma.

Atualmente, é consenso geral que ele errou. Tanto ao esquecer de colocar o ano zero intermediando os dois períodos, como ao fixar o nascimento de Jesus no ano 753, pois os pesquisadores estabelecem um período de até seis anos antes para o nascimento de Cristo. Conseqüentemente, está errado contar como ano 1 do período cristão, o ano de 754.

a.C

d.C

Anos da fundação de Roma

748

749

750

751

752

753

754

755

756

757

758

Anos da era cristã
-6

-5

-4

-3

-2

-1

1

2

3

4

5

O ano que nasceu Jesus

a contradição dos evangelhos

Ao se estudar os evangelhos, fica patente que os evangelistas não tiveram qualquer preocupação de elaborar um documento de registro histórico e geográfico. A finalidade única era de exaltação e apresentação da mensagem (Boa Nova) para transformação de toda a humanidade.

Há, portanto, um conflito entre os dados históricos do Evangelho segundo Mateus e do Evangelho segundo Lucas. Os outros Evangelhos não se referem ao nascimento de Jesus.

Mateus 2:1

Tendo nascido Jesus em Belém da Judéia nos dias do Rei Herodes.

Lucas 2:1

Naqueles dias saíu um decreto de César Augusto ordenando um recenseamento de toda a terra. Este foi o primeiro recenseamento no governo de Quirino na Síria.

Herodes, denominado o Grande e ainda como Rei dos Judeus, nasceu em 73 a.C. e morreu em 4 a.C. (ano 750 da fundação de Roma).

Públio Sulpício Quirino foi governador da Síria entre os anos 6 e 12 d.C. Esse fato dificulta a conciliação dos dados históricos. Alguns historiadores acreditam que Quirino pudesse ter sido governador da Síria de 11 a 9 a.C., ou que tivesse um cargo de autoridade semelhante nesse período, quando teria iniciado o recenseamento, finalizado pelo governador Gaio Sêncio Saturnino, que governou a Síria entre 9 a 6 a.C.

Para se conciliar as datas, tería-se que estabelecer o ano 6 a.C. ou anos próximos (747, 748 ou 749), o qual Herodes reinava e Saturnino finalizava o recenseamento e o último ano de seu governo. Ocorre, entretanto, que não há registro histórico de um recenseamento nesta época, embora fosse um evento importante, que não deixaria de ser citado em algumas das fontes históricas.

A morte de Jesus

o que registram os Evangelhos

Lucas 3:1-2 (sobre o início das atividades proféticas e dos batismos de João Batista)

No décimo quinto ano do império de Tibério César, sendo governador da Judéia Pôncio Pilatos, tetrarca da Galiléia Herodes e Felipe, seu irmão, tetrarca da Ituréia e da Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene, sob o pontificado de Anás e Caifás...

Lucas 3:23 (sobre o início da vida pública de Jesus)

Ao iniciar o ministério Jesus tinha cerca de trinta anos.

Marcos 23:54 (sobre o dia da morte de Jesus)

Era o dia da Preparação (para a Páscoa) e estava para começar o sábado.

João 2:20 (sobre o início da vida pública de Jesus)

Replicaram os judeus: quarenta e seis anos levou a construção deste templo e tu vais levantá-lo em três dias?

o que registra a história

Tibério César governou de 13 a 37 d.C.; Pôncio Pilatos de 26 a 36 d.C.; Herodes (Antipas) de 2 a.C. a 39 d.C.; Felipe de 4 a.C. a 34 d.C.; Lisânias (data incerta); Caifás foi sacerdote entre 19 e 36 d.C.

Pouco tempo depois de João Batista ter iniciado sua missão de anunciar a vinda do Messias, Jesus teria sido batizado e dado início ao seu ministério. Pelo cálculo romano o décimo quinto ano de Tibério foi de 19 de agosto do ano 28, até 19 de agosto do ano 29 d.C. O cálculo sírio coloca entre setembro/outubro de 27 a setembro/outubro do ano 28. Assim, parece correto fixar o ano 28 ou 29, como o ano em que Jesus começou sua vida pública.

Segundo Flávio Josefo em Antiguidade Judaica, volume XV (11:2), o início da reconstrução do templo de Jerusalém foi no ano de 19 a.C. Calculando quarenta e seis anos, chega-se a Páscoa do ano 28 d.C.

A festa da Páscoa caía no 15º dia do sétimo mês do calendário israelita (março, abril). Apenas nos anos 28 e 33 a Páscoa coincidiu com o sábado.

o que registram as obras espíritas

O Capítulo III do livro Paulo e Estevão, escrito pelo médium Francisco Cândido Xavier, apresenta Emmanuel (autor espiritual) assinalando o seguinte diálogo entre Simão Pedro e Jeziel no final do ano 34:

— E o Messias? Onde está o Messias?

— Há mais de um ano — exclamou o Apóstolo apagando a vivacidade com a lembrança triste — foi crucificado aqui mesmo em Jerusalém, entre os ladrões. O livro Há dois mil anos, faz também a mesma referência.

Conclusão

Há muitos indícios que Cristo deve ter nascido no ano de 749 da fundação de Roma, quatro anos portanto, antes da data tradicional atribuída pelo Monge Dionísio. O dia e o mês são ainda desconhecidos. A data de 25 de dezembro foi escolhida na época de Constantino, aproveitando-se a comemoração do solstício de inverno no oriente e o "renascimento do sol" no mediterrâneo.

Aliando as informações de Emmanuel à história, concluímos que Jesus morreu na tarde do dia três de abril, sexta feira, do ano 33, com trinta e seis ou trinta e sete anos. O seu ministério durou do ano 28 a 33.

Bibliografia histórica

História do Cristianismo Jesus

Donini, Ambrogio Volume I

Edições 70 (Pág. 286) Editora Jornal do Brasil (pág. 148)

História de Roma

Giordani, Mário C.

Vozes 9ª edição (pág. 312)

A família de Jesus

Ivan René Franzolim

É curioso notar como todos conhecem algo sobre Jesus - sua vida e seu ensinamentos, mas nada conhecem sobre sua família. Não é caso para se discutir se o assunto é relevante ou não. Trata-se de saber um pouco mais de uma pessoa que se ama e admira. Embora esse conhecimento seja útil para auxiliar a entender o evangelho e o contexto que o originou, sua maior importância talvez resida na satisfação que proporciona conhecer mais de Jesus, de seus companheiros, sua região geográfica e o seu tempo.

Pelo lado paterno as informações são poucas e até contraditórias. Segundo Mateus [1:16], o pai de José foi Jacob e, conforme Lucas [3:23], foi Heli. Nada foi registrado sobre a mãe de José, possíveis irmãos ou tios. Marcos [6:3] e Mateus [13:55], informam que José era carpinteiro. No prólogo do documento apócrifo "História de José o Carpinteiro", aparece evidenciado que José morreu com idade avançada e no capítulo 2, versículo 1, que era de Belém. Pela história contida no novo testamento conclui-se que tenha falecido próximo do início do ministério de Jesus.

O lado materno registra maiores dados a partir das fontes apócrifas (consideradas de pouca confiança ou não inspiradas por Deus pela religião católica). Através do Proto-Evangelho de Tiago [1:1 e 4:1], sabemos o nome do pai e da mãe de Maria: Joaquim e Ana. O mesmo documento revela que Isabel, esposa de Zacarias e mãe de João Batista, era parente de Maria.

Jesus teve irmãos?

O Novo Testamento apresenta diversas passagens com referência aos irmãos de Jesus, fazendo surgir três hipóteses sobre o assunto. Marcos [6:3] revela: "Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós também suas irmãs?" Mateus [13:55-56] assinala; "Não é ele o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria e seus irmãos Tiago e José, Simão e Judas? Suas irmãs não estão todas entre nós?"

A Igreja Católica adota a tese que os chamados irmãos são, na verdade, primos ou parentes distantes, em razão da elasticidade do conceito de parentesco no judaísmo, embora continue sem explicação o fato de existirem diversos documentos redigidos em grego e por gregos (não judeus), que mantém o termo irmão. Outro fator de influência é o conceito de virgindade perpétua de Maria, mas contra ele há as citações das fontes apócrifas e o registro de Lucas [2:6-7] assinalando que nasceu o filho primogênito - termo usado quando se sabe que o casal teve outros filhos. Os protestantes preferem a hipótese que seriam irmãos verdadeiros.

Há pesquisadores que apontam para a possibilidade de tratar-se de irmãos de um primeiro casamento de José, baseados no Proto-Evangelho de Tiago [9:2] "José replicou - tenho filhos e sou velho, enquanto ela é uma menina". Obtém-se mais dados na História de José o Carpinteiro:

[2:3] Este homem, José, se uniu em santo matrimônio a uma mulher que lhe deu filhos e filhas: quatro homens e duas mulheres. Chamavam-se Judas, Josetos, Tiago e Simão; e as filhas, Lísia (ou Ássia) e Lídia.

[11:1] Seus dois filhos maiores, Josetos e Simão, contraíram matrimônio e foram viver em suas casas. Casaram-se, do mesmo modo, suas duas filhas, como é natural entre os homens. José ficou só com Tiago, seu filho menor.

Confrontando Marcos [15:40] com João [19:25], surge, por dedução, a possibilidade de que Maria tinha uma irmã com o mesmo nome, casada com Alfeu ou Cleófas (seria a mesma pessoa com traduções diferentes do mesmo nome), gerando os filhos: Simão e Judas, segundo Eusébio de Cesaréia; ou a hipótese menos plausível que a outra Maria seja Salomé, casada com Zebedeu e mãe de Tiago e João (evangelista).

Esses são, em grande parte, os dados disponíveis sobre os parentes de Jesus. A concepção espiritualista compreende que todos os seres do universo são oriundos de uma mesma fonte (pai), constituindo portanto, uma imensa e única família. A concepção espírita amplia o entendimento de família como micro-unidades de convivência e aprendizado que se processam através das encarnações, constituindo o alicerce maior da educação do espírito imortal. Caminhamos para vivermos como uma verdadeira e única família, amando, respeitando e cooperando com todas as individualidades. Para atingirmos esse objetivo a humanidade recebeu por orientador Jesus - um espírito de grande elevação e capacitação que auxilia o desenvolvimento de alguns bilhões de espíritos e um número infindável de mônadas em estágio inicial de evolução. Enquanto encarnado nos deixou, além do seu exemplo, seus ensinamentos que constituem um verdadeiro manual para a vida e a felicidade eterna que hoje conseguimos captar com mais profundidade e amplitude, graças ao espiritismo. Para o nosso crescimento equilibrado e acelerado, basta seguirmos o ciclo das três fases: estudo, aplicação, avaliação.

Ivan René Franzolim

A caridade em mudança

Ivan René Franzolim

Novas formas de fazer caridade com competência e bons resultados

Nós, espíritas, navegamos na mesma corrente de pensamento que acredita no conhecimento espírita e em sua força para transformar o homem. Muitas vezes ficamos ansiosos devido à lentidão com que ocorrem os bons acontecimentos ou temerosos pela rapidez com que se propagam os ruins. É natural.

A transmissão do conhecimento espírita e até as suas práticas precisam adequar-se à sociedade contemporânea. Sem essa adequação, nossa comunicação estará contaminada com obstáculos que afastam o entendimento e o interesse das pessoas. Isto é um fato. E, com a comunicação abalada, os resultados de nossas ações deixarão a desejar. O difícil é identificar o que se deve ajustar sem comprometer a integridade do conhecimento espírita.

Novidades são interessantes e podem gerar transformação salutar em nosso entendimento e no modo de fazer as coisas. Muitas delas, porém, são vazias, não têm consistência e perdem harmonia se analisadas mais profunda e imparcialmente. Ah! Como é difícil ser imparcial! Em sua totalidade não o conseguiremos, mas devemos fazer um esforço consciente para poder aproveitar o que é bom.

A forma de se exercer a caridade é algo que pode melhorar bastante. Muitos espíritas ainda pensam que devem fazer tudo escondido. Assim, deixam pela manhã no orfanato, 20 quilos de açúcar e 10 quilos de farinha de trigo. Certamente essa pessoa está com a consciência tranqüila, contente até porque fez uma boa ação. O orfanato, no entanto, estava precisando de sal, óleo e margarina e tinha tanto açúcar e farinha, que eles se estragaram, criando bicho. Podemos até pensar que o problema é do orfanato que não ofereceu esses alimentos em excesso para outra instituição. Um pouco cômodo da nossa parte. Toda a responsabilidade para os outros e nenhuma para nós. Ora, a caridade pressupõe o uso inteligente dos recursos para atender a todos com eficácia, sem desperdício, inclusive do tempo dos voluntários, que quantas vezes é desperdiçado sem saber exatamente que tarefas são mais prioritárias. Podem passar um dia inteiro em uma instituição sem ter feito quase nada produtivo e com qualidade. Esta última, coitada, é sempre deixada de lado, pois o voluntário está doando e ele e a instituição julgam que, nesse caso, nada se pode exigir (A cavalo dado não se olham os dentes).

É, muita coisa precisa mudar e está mudando para melhor. Também pela influência do País mais capitalista do mundo. Que paradoxo! O coração do mundo, pátria do evangelho, aprende com os norte-americanos. Certo, no princípio é apenas mais um modismo. Agora ficou chique ser voluntário. Nas rodas sociais acabam tendo destaque positivo quem faz algum trabalho voluntário. Para conseguir um emprego, muitas vezes é fator decisivo.

É o começo. Não podemos esperar que todos iniciem novo trabalho com claro entendimento dos problemas sociais, da responsabilidade da própria sociedade do ponto de vista econômico, social, moral e espiritual. Isto nós alcançamos gradativamente e o espiritismo também tem muito a contribuir, mas não só ele.

Passamos da fase de fazer qualquer bem. Devemos fazer o bem no nível em que estamos capacitados a fazê-lo, sem desprezar qualquer oportunidade. É preciso ter comprometimento, técnicas, métodos, estratégias, metas, indicadores, avaliações e redefinições. Sobretudo, é necessário obter os melhores resultados.

No tempo de Kardec, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas incentivava apenas a caridade individual que deveria ser feita de forma mais velada possível. Apenas quando o espiritismo penetrou no Brasil é que a forma de fazer a caridade encontrou a sinergia do trabalho em grupo que oferece mais recursos e gera mais estímulos para a motivação das pessoas em favor do próximo.

O foco excessivamente religioso tende a abafar o raciocínio e a análise, gerando paradigmas intransponíveis. Quantas vezes escutamos líderes espíritas dizendo que o "importante é fazer o bem". Com isso se quer justificar que fazer o bem está na frente de qualquer outra coisa, como o estudo da doutrina, por exemplo. Que o bem deve ser feito de qualquer jeito, pois o que vale é a intenção. Pior ainda, são esses líderes equivocados que não aceitam introduzir na instituição espírita nenhuma técnica de administração, planejamento, marketing, qualidade pois entendem que elas podem deturpar o espiritismo. Sofisma. Todas as técnicas, métodos e doutrinas podem ser mal empregadas. Até na Bíblia encontramos passagens que mostram um Deus sanguinário, vingativo que só pode ser agradado com obediência cega, sacrifícios de animais, sangue e até oferecimento de bebidas alcoólicas.

Vamos, então, continuar a usar o conhecimento espírita como fundamento de nossas ações, mas sem desprezar tantos outros conhecimentos e experiências que podem contribuir com os nossos propósitos de progredir e fazer progredir com o mínimo de sofrimento e máxima participação na construção de uma vida melhor para todos.

Texto extraído da Revista Literária Candeia, ano VII, n°25, ago./out. de 2002, p.36-37.
O autor é Jornalista e Escritor Espírita.

A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...

A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...
"Espíritas! Amai-vos, eis o primeiro mandamento; Instruí-vos, eis o segundo."