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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

RENASCER

Deplorável engano esperar alguém por nova reencarnação, a fim de melhorar-se. A entrada de nossa alma na luta humana é como que o ingresso do aluno do amor e da sabedoria, em novas fases de aprimoramento na grande escola da Terra.

E, se vemos a árvore renascer da semente, em trabalho metódico, e se observamos o tempo ressurgir, em cada novo dia, é fácil reconhecer a nossa privilegiada posição de criaturas conscientes, no círculo das possibilidades de renascimento espiritual em qualquer ocasião.

Se a vontade bem dirigida é a bússola de nossa embarcação no mar das provas edificantes, podemos, em verdade, renascer, cada hora...

Da incerteza para a confiança.

Do desalento para a coragem.

Da tristeza para a alegria.

Da fadiga para o bom ânimo.

Da sombra para a luz.

Do mal para o bem.

Da perturbação para o equilíbrio,

Da dor para a felicidade.

Da discórdia para a paz.

Da violência para a harmonia.

Do ruído para o silêncio.

Do ódio para o amor.

Renascimento de hoje, porém, indica a morte da véspera.

Se não aprendemos a ceder, em silêncio, apagando os nossos impulsos de dominação individualista, quando se cala a semente na cova escura, morrendo para reviver no pão que enriquece o celeiro, será sempre difícil a nossa renovação.

Usando o amor e a humildade, no clima do serviço incessante, encontraremos, cada dia, mil recursos de recomeçar a nossa jornada, com bases no Infinito Bem.

Cada qual de nós possui o tesouro do coração, do cérebro, do verbo, dos braços...

Se quisermos empregar semelhantes patrimônios, na transformação dos valores que nos cercam, convertendo a nossa fé em motivo de trabalho santificador, em todos os momentos da vida, permaneçamos convictos de que estamos no renascimento constante , a caminho da perfeição crescente, que nos outorgará o direito às mais vastas compensações da Vida Universal





pelo Espírito Emmanuel - Da Obra “União Em Jesus” – Espíritos Diversos – Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Para reflexão

Postado por Paulo Coelho em 22 de Dezembro de 2007 às 03:17
Adaptação de um texto psicografado por Chico Xavier:

"Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamento, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais esta prova em sua vida.

"Quando escapar de um acidente grave, não fique pensando no trauma que ele causou, mas no milagre que lhe ajudou a sair ileso.

"Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura".

"Leva na sua memória, para o resto da sua vida, as coisas boas que surgiram no meio das dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade em vencer as provas, e lhe darão confiança na presença Divina, que nos auxilia em qualquer situação, em qualquer tempo, diante de qualquer obstáculo".
Enviado por: devarley.mastro

domingo, 6 de janeiro de 2008

Mensagem para 2008

Queridos irmãos
Neste início de ano, gostaria de deixar a todos uma mensagem de paz, de esperança e de fé e coragem para todos.
Vivem-se tempos difíceis, tempos de correrias, muitas vezes de adversidades e parece-nos então não restar tempo para vivenciar e sobretudo praticar verdadeiramente os sentimentos tantas vezes expressos na época que agora finda no calendário cristão, ou seja na época de Natal.
É certo que esta época cada vez mais parece ser uma época de consumismo, na qual no entanto, ainda nos tocam pensamentos de caridade para com os mais carenciados.
É certo que nesta época, nos lembramos ainda que por breves momentos e somente em pensamento dos irmãos mais carenciados e necessitados, bem como os doentes, os sem abrigo, entre tantos outros irmãos em sofrimento.
Importante se torna cada vez mais, repensarmos e tentarmos agira cada vez mais de acordo com os sentimentos do verdadeiro Natal durante 365 dias por ano.
Assim, é de extrema importância, que dia após dia, sejamos capazes de perdoar, de ajudarmos e de amarmos verdadeiramente a todos quantos nos rodeiam independentemente de quem sejam.
Amigo leitor, a mensagem que gostaria de deixar a todos vocês, é uma mensagem de fé, de esperança, coragem, luz alegria e muita paz com amor verdadeiramente fraterno para todos.
Que a humildade, a caridade, o perdão, a sinceridade e o verdadeiro amor nunca falte no coração de cada um de nós, tendo sempre a certeza de que seja qual seja seja o momento pelo qual passamos nas mais diversas fases de nosso aprendizado, Jesus sempre estará connosco, nos ajudando da forma mais sublime que possamos imaginar.
Jamais estaremos sozinhos, ainda que por vezes pensemos o contrário, acreditemos sempre com fé que em nossos momentos mais dificeis, sempre estaremos sendo ajudados, importante é despertarmos verdadeiramente e realmente queiramos enxergar.
Que as bensãos do Pai estejam hoje e sempre convosco, desejo a todos vósuma semana cheia de muita paz, amor, harmonia e alegria.

Pedro Gonçalves

Dia Internacional da Imprensa Espírita

Por: Marcelo Henrique Pereira (*)



Data de outubro de 2004, a designação do Dia Internacional da Imprensa Espírita por parte do Conselho Espírita Internacional (CEI), que estava reunido em Paris, por ocasião do 4º Congresso Espírita Mundial. O CEI deliberou e aprovou a proposta encaminhada pela Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo (ABRADE), subscrita pela Federação Espírita Brasileira (FEB).



A data escolhida – 1º de janeiro – faz alusão ao dia de lançamento do primeiro periódico espírita do mundo, a Revista espírita (Revue Spirite - Journal D’Etudes Psychologiques), publicada por doze anos sob a direção de Allan Kardec. A Revue é considerada um dos maiores veículos de comunicação social espírita de todos os tempos, por sua abrangência e conteúdo, e ainda inspira diversos veículos da atualidade e seus editores e responsáveis.



Como imaginar, então, a Doutrina dos Espíritos sem o seu meio de veiculação na Sociedade? A Imprensa Espírita, assim, nos dias hodiernos, alberga todas as formas e todos os veículos de comunicação existentes bem como aqueles que, daqui por diante, sejam criados e/ou aperfeiçoados. Vale dizer que, no âmbito da imprensa especializada (espírita), os periódicos possuem o caráter da permanência e da atualidade das informações. Cada nova edição (impressa ou virtual) consolida e perpetua as idéias que compõem cada novo artigo ou texto doutrinário, tanto quanto as realizações de pessoas e instituições, por meio de coberturas jornalísticas e reportagens.



A Imprensa Espírita, deste modo, configura-se como o meio técnico-profissional autêntico e adequado para que as idéias espiritistas sejam imorredouras, perpetuando-as no tempo e no espaço sem, contudo, caírem no imobilismo e na repetitividade. Do contrário, como instrumentos da atualidade do pensamento espírita, os diversos meios de comunicação promovem a divulgação dos princípios e idéias fundamentais do Espiritismo, ao mesmo tempo em que abrem espaço para a discussão e o debate de novas informações – sejam elas egressas do próprio exercício do raciocínio e da pesquisa dos homens (espíritos encarnados) como pela continuidade do intercâmbio mediúnico que possibilita o acesso a novas informações de origem espiritual.



Efetivamente, milhões de pessoas – graças à imprensa escrita no Brasil e, pela Internet, em todos os cantos do Planeta – podem tomar ciência e contato com as informações de teor espiritual, concebidas por meio de fenômenos mediúnicos e acompanhar as manifestações que o exercício do raciocínio e da lógica dos estudiosos e especialistas espíritas produzirem nas diversificadas áreas do conhecimento humano-espiritual.



Contudo, o traço marcante da imprensa espírita da atualidade e dos tempos vindouros será a alteridade, para possibilitar o diálogo fraterno e não-excludente entre os homens de nosso tempo, espíritas ou não, justamente na esteira da concretização dos ideais de convivência pacífica entre pessoas de diferentes convicções, na busca do entendimento e do aprendizado recíprocos: a fraternidade entre os homens, por excelência.



Todos nós, que militamos na comunicação social espírita, esperamos que os espíritas em geral se conscientizem da importância da Imprensa Espírita, colaborando com os esforços específicos de valorização do papel que ela possui na disseminação do conhecimento espírita e espiritual, contribuindo com a promoção da felicidade humana. Deste modo, mister se faz que as individualidades e as instituições vinculadas ao pensamento espírita invistam e apóiem projetos e iniciativas no âmbito comunicativo espírita, mormente no aporte de recursos financeiros necessários a tal nobre tarefa.



Finalmente, nada mais justo, portanto, que efetivar, anualmente, comemorações desta insigne data, durante todo o mês de janeiro, homenageando, ainda, o insigne Allan Kardec, como Patrono da Imprensa Espírita Internacional, por meio de programações festivas e doutrinárias, chamando a atenção do público interessado para a importância da Imprensa Espírita, e promovendo esforços no sentido de fortalecer e aprimorar esta atividade.



Viva Kardec! Viva a Imprensa Espírita!




(*) Marcelo Henrique Pereira, Mestre em Ciência Jurídica. Delegado e Secretário para a promoção da juventude da Confederação Espírita Pan-Americana (CEPA) e Presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina.
- Os Sonhos mais lindos - Sonhei !

- Educar não é proibir, mas Esclarecer e Vigiar !

- Democracia é a habilidade de conviver com as diferenças!

- Do Ódio nasce o Amor !

- O Amor é o olhar de Deus, e a ardente paixão que suscita os apetites carnais é apenas uma sombra do Amor!

- Meus Discipulos serão conhecidos por muito se amarem !

- Não adianta ir a Igreja, resar, e depois fazer tudo errado!

- O arrependimento é transição do mal para o bem!

- A Virtude da nossa geração é a atividade Intelectual; Seu vício é a indiferença Moral!

- Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más!

- Jesus é a PONTE entre o Mundo e o Reino de Deus;

O espírita conservador

Você já deve ter ouvido falar nisso



Alguns amigos, muito carinhosamente, me convidam a fazer palestras nos centros espíritas onde participam em algumas cidades. Quando eu chego lá, fazem a seguinte recomendação:

"Olhe, Alamar. Eu adoro o seu estilo, a forma como você fala do Espiritismo. Estou contigo e penso da forma como você pensa, adoro a sua autenticidade e a sua coerência, mas eu queria lhe pedir pra ter muito cuidado com o que você vai falar na palestra aqui, porque o seu Fulano é muito conservador e ele é o presidente da casa, entende? Tem também a dona Ciclana, que é muito conservadora também, sabe?"

Eu não sou o único expositor espírita a ter recebido esse tipo de recomendação não, vários outros, inclusive o próprio Divaldo, o Raul e outros estão cansados de ouvirem isto.

Agora analisemos esta questão, já que a Doutrina Espírita, na sua excelência, sugere-nos raciocinar sempre em cima de todas as questões. Veja bem: não apenas em cima de algumas questões, mas em cima de TODAS as questões.

O que é ser conservador, em termos de Espiritismo?

Em princípio poderíamos entender que esse conservador aí seria no sentido de coerência com a Doutrina Espírita, coerência com o Evangelho, coerência com Kardec, coerência com Jesus, com o pensamento dos Espíritos da Codificação Espírita etc, não é verdade?

Claro. Teria que ser alguém que não abrisse mão da fidelidade doutrinária, não cedesse a concessões, quaisquer que fossem as argumentações de que palestrante fosse, que viessem a estar em reais contradições com as propostas do Espiritismo.

Mas será que a coisa é assim?

Observemos bem: Para alguém ser coerente com o Espiritismo, implicitamente tem que ter alguma coerência com Jesus que, segundo a nossa obra básica, é o maior modelo e guia que Deus nos deu.

Então reflitamos numa exigência básica:

Esse tal dirigente, altamente conservador, deve:

Não julgar os outros - Jesus ensina isto

Não fazer aos outros aquilo que não gostaria que os outros lhe fizessem e fazer aquilo que gostaria que lhe fizessem- Jesus ensina isto.

Não atirar primeira pedra nem pedra nenhuma em ninguém - Jesus ensina isto.

Não apontar argueiro no olho dos outros enquanto ele tem trava no seu - Jesus ensina isto.

Não ferir com ferro, para não ser ferido - Jesus ensina isto.

Será que esses espíritas "conservadores" estão conservando estes detalhes?

Observemos como é que, normalmente, se comportam a maioria desses tais espíritas conservadores:



A verdade está comigo. Quem não vê o Espiritismo exatamente como eu vejo, conforme a interpretação da minha cabeça, não fala na casa espírita onde eu dirijo, não escreve o meu jornal, tem os seus livros proibidos por mim e está condenado ao fogo do inferno, ou do Umbral.



Isso aí é coerência com quem? Com Kardec? Com Jesus?

Alguns desses conservadores são contra as obras de J. B. Roustaing, Pietro Ubaldi e outros autores. Eles não admitem essas obras, não aceitam em suas casas e não recomendam as suas leituras.

Até aí está tudo bem e dentro do normal, porque eu, você e todos temos o direito de gostar ou de não gostar de determinadas obras, temos o direito de gostar mais ou de gostar menos de determinadas outras e por aí vai.

Eu, particularmente, não sou muito chegado a onda da "romançologia" espírita, muito comum em nosso movimento, aquele tipo de livros que muitas editoras adoram fazer e muito centro espírita adora comprar, sob a argumentação do "vende muito e traz muito dinheiro pra casa". Prefiro mais as obras que tratam dos alicerces doutrinários e também aquelas que falam do comportamental humano.

Mas será que, por causa desta minha preferência, ser-me-ia lícito proibir que na livraria de um centro espírita dirigido por mim eu proibisse a venda de romances, só porque não é a minha preferência?

E o respeito ao direito das pessoas que apreciam esse tipo de obra, onde ficaria?

Que diabo de conservadorismo seria esse meu em fazer a casa espírita conforme a minha vontade, conforme a minha ótica?

Mas aí, alguns desses ditos conservadores alegam:

- "Alamar, o Espiritismo é um só, tudo está muito claro em suas obras básicas, não tem margem para interpretação e tudo está muito definido"

Que conversa mais besta é essa?

É aí que eu pergunto: Em quais obras básicas?

Claro, como? Que clareza é essa?

Algumas pessoas estão no Espiritismo há 20, 30 ou 50 anos e mantém na estante da sua casa aquela tradução da obra básica de um só tradutor, o tempo todo, cujas páginas já não estão nem mais amarelas, estão marrons, tamanho é o tempo.

Tudo bem, aceitemos que elas já as tenha lido por algumas vezes e até repetidas vezes, principalmente "O Evangelho, segundo o Espiritismo", que muitos espíritas abrem sempre no meio, e dizem que foram os espíritos que conduziram a abertura exatamente naquele ponto, porque era o que as pessoas presentes, ou ela mesma, estavam precisando ouvir.

Será que esse tal conservador já teve a disposição ou curiosidade de estudar, não apenas ler, em outras traduções, comparando determinadas questões com aquela que ele tem, há séculos, em sua casa?

Já procurou fazer a si mesmo as seguintes perguntas:

- "Será que a tradução da obra básica espírita, que eu tenho, traz fielmente o pensamento de Kardec e dos Espíritos?"

- "Será que o brasileiro que fez a tradução, refletiu em todas as questões, em todas as respostas e em todos os detalhes exatamente como o francês entende?"

É aí que entra outra manifestação de radicalismo:

- "Alamar, você gosta muito de tumultuar, é por isto que o movimento reage contra você. Por que razões você vem levantar essas questões que não levam a nada?"

Se analisarmos bem, o movimento reagiu contra o Dr. Bezerra, reagiu contra o Chico, contra o Divaldo, contra o Deolindo e até mesmo contra o próprio Kardec.

Desculpe, meu amigo e minha amiga, é porque eu recuso-me a ser um espírita imbecil. Prefiro ser um espírita que pensa e que raciocina, conforme nos ensinou Kardec o tempo todo. Espírita dogmático, jamais.

É aí que eu pergunto:

Como é que pode um espírita conceber a obra básica do Espiritismo como sendo a Palavra de Deus, a obra sagrada, inquestionável, indiscutível e "imexível", como dizia o Magri?

Que doutrina racional é essa, que essas criaturas dizem tanto praticar?

"Isto não é espiritismo!!!!" é uma das frases mais comuns que escutamos das bocas dos pseudos donos da verdade e arautos da "pureza" doutrinária.

É óbvio que não devemos, mesmo, misturar tudo quanto é prática que existe por aí, se dizendo Espiritismo, nos centros espíritas. Só que para isto é preciso um processo de discernimento com muita inteligência e muito bem dosada, para evitar erros para mais ou para menos.

É exatamente isto que está faltando no meio espírita! As pessoas abrem concessões, sem analisarem profundamente aquilo que querem trazer para a casa espírita enquanto outras proíbem, também, propostas e idéias que trazem para a casa espírita, sem se darem ao trabalho de uma análise mais criteriosa, bem pensada e aprofundada. Tanto uma postura quanto é outra é prejudicial ao Espiritismo.

A praga do achismo é que está mandando, nas duas situações.

Eu acho que Fulano é anti-doutrinário e pronto, simplesmente eu passo a condená-lo e a recomendar a todos que não o aceitem.

Eu acho que isto é bom para o centro espírita que eu dirijo e permito que seja praticado aqui, porque "não vejo nada de mal nisto".

E muitos espíritas bestas se deixam ir na onda dessas frágeis lideranças.

Que diabo de coerência espírita é essa?

Tem gente condenando a obra do Bacelli, por exemplo, sem nunca tê-la lido, só porque o "dono", ou a "dona", do centro espírita onde freqüenta disse que é obra "demoníaca"!

Está certo isto??? Não é que eu queira aqui dizer que a obra dele seja maravilhosa e muito menos fazer propaganda, porque nem tive a oportunidade de ler. Ele me deu um dos livros de presente, não tive tempo de ler ainda, alguém pegou emprestado, como sempre fazem alguns "amigos", e não me devolveu ainda.

Como é que eu vou condenar o que eu não conheço??????? Não posso elogiar, mas não posso também, muito menos, condenar.

Se não é coerente com Jesus condenar o que a gente conhece, como pode um espírita que se diz conservador querer falar em coerência doutrinária condenando o que não conhece?

Você sabia que mais de 90% dos espíritas que condenam as obras de Roustaing, Pietro Ubaldi, Ramatis e outras nunca leram nenhuma delas?

Agem apenas como fantoches e marionetes das santificadas personalidades que elegeram como suas orientadoras espirituais, que são os donos dos centros onde elas freqüentam.

Conheço um desses conservadores espíritas, com mais de 50 anos de Espiritismo, que "perdeu" a sua esposa pela desencarnação há pouco mais de dois anos, mas quando recebe a visita do Divaldo ou do Raul em sua cidade, vai até o pé do ouvido dos conhecidos médiuns e faz a célebre pergunta:

- "Que tal. Tem alguma notícia dela?"

Geralmente ao pé do ouvido mesmo, cochichando, sem exagero de minha parte.

Agora veja só que coisa:

Ele dirige uma mediúnica no seu centro, há várias décadas, afirma que ali encontra-se o supra sumo da coerência doutrinária e da prática espírita como deve ser feita, já que se acha detentor da verdade absoluta, mas implicitamente não acredita muito na competência do seu trabalho mediúnico.

Perguntemos: Por que a sua mulher, que fora também trabalhadora da casa, não daria comunicação ali mesmo onde sempre teve tanta afinidade e teria que fazer necessariamente através do Divaldo, que mora em Salvador e do Raul, que mora no Rio de Janeiro, a não sei quantos quilômetros da sua cidade?

Está vendo quanto espírita de fachada existe por aí?

E ele é tido como um dos conservadores, que eu estou falando aqui nesta matéria.

Deixe eu contar uma experiência recente:

Fui convidado por uns amigos e amigas muito queridos e carinhosos, em outubro passado, a passar um final de semana na maravilhosa cidade de Baurú, no interior de São Paulo, onde faria palestra em alguns centros espíritas e um seminário em um deles, no sábado a tarde.

Pois bem: Esses amigos, com antecedência, começaram a organizar uma agendazinha do evento, e ofereceram o visitante, primeiro, para o maior centro espírita da cidade, que é o CEAC (Centro Espírita Amor e Caridade), fundado e dirigido pelo meu amigo, o extraordinário Richard Simonetti, um dos espíritas mais lúcidos que eu conheço, que inclusive me deu a honra de hospedá-lo em sua casa, em outra ocasião, quando vínhamos da cidade de Andradina, depois de um evento em que nós dois fomos os expositores, também interior de São Paulo.

Só que receberam de um dos dirigentes da casa a seguinte resposta:

- "O quê? O Alamar aqui no CEAC? Nunca!!! nós não permitimos mesmo, ele aqui não fala".

Tudo bem. As pessoas me agendaram em outros centros da cidade, fui lá, fiz as minhas palestras, aprontaram lanches, salgadinhos e muita comida em todos os centros, já que sabem que adoro centro espírita onde tem o que comer, e foi uma beleza. Fui tratado com muito carinho e em quase todos os momentos fui aplaudido de pé, o que, modéstia a parte tem ocorrido.

Só que tem um detalhe bastante interessante que você precisa saber:

No primeiro dia que cheguei à cidade, com muita saudade do meu outro querido amigo Dr. Hernani Guimarães Andrade, manifestei o desejo de visitar o Richard Simonetti, em sua casa, por três motivos: Primeiro porque eu gosto muito dele, segundo porque ele havia sido submetido a uma seríssima intervenção cirúrgica e terceiro porque geralmente quando a gente vai lá tem sempre uns biscoitinhos muito gostosos que a Zélia serve pra gente.

O Richard não estava podendo receber visitas mas, quando comunicado, disse fazer questão de receber a minha visita.

Ficou muito feliz na manhã de sábado que passamos juntos em sua casa, batendo um longo papo, quando ele fez a seguinte pergunta à mim e às anfitriãs que me levaram até lá:

- "Que bom, o Alamar aqui em Baurú. Quando é que você vai nos dar o prazer de fazer uma palestra lá no CEAC?"

E agora? O que dizer ao ilustre e notável espírita num momento daquele, em que ele estava convalescendo de uma delicada cirurgia?

Saibam, amigos, que o Richard é a "estrela" maior do CEAC, este escritor fantástico que todo o Espiritismo brasileiro e internacional conhecem, acostumado também a fazer palestra em New York e em vários outros países da Europa, das Américas e de tudo quanto é canto.

Perceberam o que é capaz de fazer um desses "conservadores" espíritas?

Conservam o quê, pelo amor de Deus?

A essência da doutrina espírita ou os princípios adotados pelo Tomás de Torquemada?

Sugiro que o movimento espírita reveja certos conceitos e questione mais esses tais conservadores sobre as suas posturas que na maioria das vezes são absolutamente incoerentes.

É importante que todos tomem conhecimento de que o Espiritismo não é um picadeiro de circo para que determinados elementos pratiquem tanta palhaçada, em nome da seriedade e da pureza.

Se que o futuro do Espiritismo será aquilo que os espíritas fizerem dele, como assevera Leon Denis, que os espíritas tomem um pouco mais de juízo e alguns, se possível, também um pouco mais de vergonha na cara para que a Doutrina não fique prejudicada e possa ser, por muitos séculos, um bálsamo para milhões e até bilhões de humanos que tanto sofrem, e sofrerão, vitimados pela ignorância da realidade espiritual.

Relembro a citação do velho Sargento Gatinho, no tempo em que eu era um jovem sargento da Aeronáutica, com 21 anos de idade:

"A preocupação do imbecil, quando elevado à categoria de chefe, é ostentar a autoridade.



Amém.



Abração a todos e que este novo ano seja de muita Paz, Harmonia, saúde e coerência.





Alamar Régis Carvalho

O espírita conservador

Você já deve ter ouvido falar nisso



Alguns amigos, muito carinhosamente, me convidam a fazer palestras nos centros espíritas onde participam em algumas cidades. Quando eu chego lá, fazem a seguinte recomendação:

"Olhe, Alamar. Eu adoro o seu estilo, a forma como você fala do Espiritismo. Estou contigo e penso da forma como você pensa, adoro a sua autenticidade e a sua coerência, mas eu queria lhe pedir pra ter muito cuidado com o que você vai falar na palestra aqui, porque o seu Fulano é muito conservador e ele é o presidente da casa, entende? Tem também a dona Ciclana, que é muito conservadora também, sabe?"

Eu não sou o único expositor espírita a ter recebido esse tipo de recomendação não, vários outros, inclusive o próprio Divaldo, o Raul e outros estão cansados de ouvirem isto.

Agora analisemos esta questão, já que a Doutrina Espírita, na sua excelência, sugere-nos raciocinar sempre em cima de todas as questões. Veja bem: não apenas em cima de algumas questões, mas em cima de TODAS as questões.

O que é ser conservador, em termos de Espiritismo?

Em princípio poderíamos entender que esse conservador aí seria no sentido de coerência com a Doutrina Espírita, coerência com o Evangelho, coerência com Kardec, coerência com Jesus, com o pensamento dos Espíritos da Codificação Espírita etc, não é verdade?

Claro. Teria que ser alguém que não abrisse mão da fidelidade doutrinária, não cedesse a concessões, quaisquer que fossem as argumentações de que palestrante fosse, que viessem a estar em reais contradições com as propostas do Espiritismo.

Mas será que a coisa é assim?

Observemos bem: Para alguém ser coerente com o Espiritismo, implicitamente tem que ter alguma coerência com Jesus que, segundo a nossa obra básica, é o maior modelo e guia que Deus nos deu.

Então reflitamos numa exigência básica:

Esse tal dirigente, altamente conservador, deve:

Não julgar os outros - Jesus ensina isto

Não fazer aos outros aquilo que não gostaria que os outros lhe fizessem e fazer aquilo que gostaria que lhe fizessem- Jesus ensina isto.

Não atirar primeira pedra nem pedra nenhuma em ninguém - Jesus ensina isto.

Não apontar argueiro no olho dos outros enquanto ele tem trava no seu - Jesus ensina isto.

Não ferir com ferro, para não ser ferido - Jesus ensina isto.

Será que esses espíritas "conservadores" estão conservando estes detalhes?

Observemos como é que, normalmente, se comportam a maioria desses tais espíritas conservadores:



A verdade está comigo. Quem não vê o Espiritismo exatamente como eu vejo, conforme a interpretação da minha cabeça, não fala na casa espírita onde eu dirijo, não escreve o meu jornal, tem os seus livros proibidos por mim e está condenado ao fogo do inferno, ou do Umbral.



Isso aí é coerência com quem? Com Kardec? Com Jesus?

Alguns desses conservadores são contra as obras de J. B. Roustaing, Pietro Ubaldi e outros autores. Eles não admitem essas obras, não aceitam em suas casas e não recomendam as suas leituras.

Até aí está tudo bem e dentro do normal, porque eu, você e todos temos o direito de gostar ou de não gostar de determinadas obras, temos o direito de gostar mais ou de gostar menos de determinadas outras e por aí vai.

Eu, particularmente, não sou muito chegado a onda da "romançologia" espírita, muito comum em nosso movimento, aquele tipo de livros que muitas editoras adoram fazer e muito centro espírita adora comprar, sob a argumentação do "vende muito e traz muito dinheiro pra casa". Prefiro mais as obras que tratam dos alicerces doutrinários e também aquelas que falam do comportamental humano.

Mas será que, por causa desta minha preferência, ser-me-ia lícito proibir que na livraria de um centro espírita dirigido por mim eu proibisse a venda de romances, só porque não é a minha preferência?

E o respeito ao direito das pessoas que apreciam esse tipo de obra, onde ficaria?

Que diabo de conservadorismo seria esse meu em fazer a casa espírita conforme a minha vontade, conforme a minha ótica?

Mas aí, alguns desses ditos conservadores alegam:

- "Alamar, o Espiritismo é um só, tudo está muito claro em suas obras básicas, não tem margem para interpretação e tudo está muito definido"

Que conversa mais besta é essa?

É aí que eu pergunto: Em quais obras básicas?

Claro, como? Que clareza é essa?

Algumas pessoas estão no Espiritismo há 20, 30 ou 50 anos e mantém na estante da sua casa aquela tradução da obra básica de um só tradutor, o tempo todo, cujas páginas já não estão nem mais amarelas, estão marrons, tamanho é o tempo.

Tudo bem, aceitemos que elas já as tenha lido por algumas vezes e até repetidas vezes, principalmente "O Evangelho, segundo o Espiritismo", que muitos espíritas abrem sempre no meio, e dizem que foram os espíritos que conduziram a abertura exatamente naquele ponto, porque era o que as pessoas presentes, ou ela mesma, estavam precisando ouvir.

Será que esse tal conservador já teve a disposição ou curiosidade de estudar, não apenas ler, em outras traduções, comparando determinadas questões com aquela que ele tem, há séculos, em sua casa?

Já procurou fazer a si mesmo as seguintes perguntas:

- "Será que a tradução da obra básica espírita, que eu tenho, traz fielmente o pensamento de Kardec e dos Espíritos?"

- "Será que o brasileiro que fez a tradução, refletiu em todas as questões, em todas as respostas e em todos os detalhes exatamente como o francês entende?"

É aí que entra outra manifestação de radicalismo:

- "Alamar, você gosta muito de tumultuar, é por isto que o movimento reage contra você. Por que razões você vem levantar essas questões que não levam a nada?"

Se analisarmos bem, o movimento reagiu contra o Dr. Bezerra, reagiu contra o Chico, contra o Divaldo, contra o Deolindo e até mesmo contra o próprio Kardec.

Desculpe, meu amigo e minha amiga, é porque eu recuso-me a ser um espírita imbecil. Prefiro ser um espírita que pensa e que raciocina, conforme nos ensinou Kardec o tempo todo. Espírita dogmático, jamais.

É aí que eu pergunto:

Como é que pode um espírita conceber a obra básica do Espiritismo como sendo a Palavra de Deus, a obra sagrada, inquestionável, indiscutível e "imexível", como dizia o Magri?

Que doutrina racional é essa, que essas criaturas dizem tanto praticar?

"Isto não é espiritismo!!!!" é uma das frases mais comuns que escutamos das bocas dos pseudos donos da verdade e arautos da "pureza" doutrinária.

É óbvio que não devemos, mesmo, misturar tudo quanto é prática que existe por aí, se dizendo Espiritismo, nos centros espíritas. Só que para isto é preciso um processo de discernimento com muita inteligência e muito bem dosada, para evitar erros para mais ou para menos.

É exatamente isto que está faltando no meio espírita! As pessoas abrem concessões, sem analisarem profundamente aquilo que querem trazer para a casa espírita enquanto outras proíbem, também, propostas e idéias que trazem para a casa espírita, sem se darem ao trabalho de uma análise mais criteriosa, bem pensada e aprofundada. Tanto uma postura quanto é outra é prejudicial ao Espiritismo.

A praga do achismo é que está mandando, nas duas situações.

Eu acho que Fulano é anti-doutrinário e pronto, simplesmente eu passo a condená-lo e a recomendar a todos que não o aceitem.

Eu acho que isto é bom para o centro espírita que eu dirijo e permito que seja praticado aqui, porque "não vejo nada de mal nisto".

E muitos espíritas bestas se deixam ir na onda dessas frágeis lideranças.

Que diabo de coerência espírita é essa?

Tem gente condenando a obra do Bacelli, por exemplo, sem nunca tê-la lido, só porque o "dono", ou a "dona", do centro espírita onde freqüenta disse que é obra "demoníaca"!

Está certo isto??? Não é que eu queira aqui dizer que a obra dele seja maravilhosa e muito menos fazer propaganda, porque nem tive a oportunidade de ler. Ele me deu um dos livros de presente, não tive tempo de ler ainda, alguém pegou emprestado, como sempre fazem alguns "amigos", e não me devolveu ainda.

Como é que eu vou condenar o que eu não conheço??????? Não posso elogiar, mas não posso também, muito menos, condenar.

Se não é coerente com Jesus condenar o que a gente conhece, como pode um espírita que se diz conservador querer falar em coerência doutrinária condenando o que não conhece?

Você sabia que mais de 90% dos espíritas que condenam as obras de Roustaing, Pietro Ubaldi, Ramatis e outras nunca leram nenhuma delas?

Agem apenas como fantoches e marionetes das santificadas personalidades que elegeram como suas orientadoras espirituais, que são os donos dos centros onde elas freqüentam.

Conheço um desses conservadores espíritas, com mais de 50 anos de Espiritismo, que "perdeu" a sua esposa pela desencarnação há pouco mais de dois anos, mas quando recebe a visita do Divaldo ou do Raul em sua cidade, vai até o pé do ouvido dos conhecidos médiuns e faz a célebre pergunta:

- "Que tal. Tem alguma notícia dela?"

Geralmente ao pé do ouvido mesmo, cochichando, sem exagero de minha parte.

Agora veja só que coisa:

Ele dirige uma mediúnica no seu centro, há várias décadas, afirma que ali encontra-se o supra sumo da coerência doutrinária e da prática espírita como deve ser feita, já que se acha detentor da verdade absoluta, mas implicitamente não acredita muito na competência do seu trabalho mediúnico.

Perguntemos: Por que a sua mulher, que fora também trabalhadora da casa, não daria comunicação ali mesmo onde sempre teve tanta afinidade e teria que fazer necessariamente através do Divaldo, que mora em Salvador e do Raul, que mora no Rio de Janeiro, a não sei quantos quilômetros da sua cidade?

Está vendo quanto espírita de fachada existe por aí?

E ele é tido como um dos conservadores, que eu estou falando aqui nesta matéria.

Deixe eu contar uma experiência recente:

Fui convidado por uns amigos e amigas muito queridos e carinhosos, em outubro passado, a passar um final de semana na maravilhosa cidade de Baurú, no interior de São Paulo, onde faria palestra em alguns centros espíritas e um seminário em um deles, no sábado a tarde.

Pois bem: Esses amigos, com antecedência, começaram a organizar uma agendazinha do evento, e ofereceram o visitante, primeiro, para o maior centro espírita da cidade, que é o CEAC (Centro Espírita Amor e Caridade), fundado e dirigido pelo meu amigo, o extraordinário Richard Simonetti, um dos espíritas mais lúcidos que eu conheço, que inclusive me deu a honra de hospedá-lo em sua casa, em outra ocasião, quando vínhamos da cidade de Andradina, depois de um evento em que nós dois fomos os expositores, também interior de São Paulo.

Só que receberam de um dos dirigentes da casa a seguinte resposta:

- "O quê? O Alamar aqui no CEAC? Nunca!!! nós não permitimos mesmo, ele aqui não fala".

Tudo bem. As pessoas me agendaram em outros centros da cidade, fui lá, fiz as minhas palestras, aprontaram lanches, salgadinhos e muita comida em todos os centros, já que sabem que adoro centro espírita onde tem o que comer, e foi uma beleza. Fui tratado com muito carinho e em quase todos os momentos fui aplaudido de pé, o que, modéstia a parte tem ocorrido.

Só que tem um detalhe bastante interessante que você precisa saber:

No primeiro dia que cheguei à cidade, com muita saudade do meu outro querido amigo Dr. Hernani Guimarães Andrade, manifestei o desejo de visitar o Richard Simonetti, em sua casa, por três motivos: Primeiro porque eu gosto muito dele, segundo porque ele havia sido submetido a uma seríssima intervenção cirúrgica e terceiro porque geralmente quando a gente vai lá tem sempre uns biscoitinhos muito gostosos que a Zélia serve pra gente.

O Richard não estava podendo receber visitas mas, quando comunicado, disse fazer questão de receber a minha visita.

Ficou muito feliz na manhã de sábado que passamos juntos em sua casa, batendo um longo papo, quando ele fez a seguinte pergunta à mim e às anfitriãs que me levaram até lá:

- "Que bom, o Alamar aqui em Baurú. Quando é que você vai nos dar o prazer de fazer uma palestra lá no CEAC?"

E agora? O que dizer ao ilustre e notável espírita num momento daquele, em que ele estava convalescendo de uma delicada cirurgia?

Saibam, amigos, que o Richard é a "estrela" maior do CEAC, este escritor fantástico que todo o Espiritismo brasileiro e internacional conhecem, acostumado também a fazer palestra em New York e em vários outros países da Europa, das Américas e de tudo quanto é canto.

Perceberam o que é capaz de fazer um desses "conservadores" espíritas?

Conservam o quê, pelo amor de Deus?

A essência da doutrina espírita ou os princípios adotados pelo Tomás de Torquemada?

Sugiro que o movimento espírita reveja certos conceitos e questione mais esses tais conservadores sobre as suas posturas que na maioria das vezes são absolutamente incoerentes.

É importante que todos tomem conhecimento de que o Espiritismo não é um picadeiro de circo para que determinados elementos pratiquem tanta palhaçada, em nome da seriedade e da pureza.

Se que o futuro do Espiritismo será aquilo que os espíritas fizerem dele, como assevera Leon Denis, que os espíritas tomem um pouco mais de juízo e alguns, se possível, também um pouco mais de vergonha na cara para que a Doutrina não fique prejudicada e possa ser, por muitos séculos, um bálsamo para milhões e até bilhões de humanos que tanto sofrem, e sofrerão, vitimados pela ignorância da realidade espiritual.

Relembro a citação do velho Sargento Gatinho, no tempo em que eu era um jovem sargento da Aeronáutica, com 21 anos de idade:

"A preocupação do imbecil, quando elevado à categoria de chefe, é ostentar a autoridade.



Amém.



Abração a todos e que este novo ano seja de muita Paz, Harmonia, saúde e coerência.





Alamar Régis Carvalho

A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...

A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...
"Espíritas! Amai-vos, eis o primeiro mandamento; Instruí-vos, eis o segundo."