Senhor!
Ensina-nos a gratidão pelos bens que recebemos constantemente de tua Infinita Bondade, sem desconsiderar os supostos males com que a tua justiça misericordiosa nos amplia o patrimônio de bens.
Agradecemos a presença dos amigos que nos acrescentam os recursos capazes de nos garantirem o reconforto próprio e agradecemos também o concurso dos irmãos que nos ofertam ensejo de despendê-los, tanto quanto possível, pelos canais do trabalho ou ante a luz da beneficência;
os que nos amparam a vida e aqueles outros que nos rogam apoio, exercitando-nos na assistência com que fomos chamados a aprender o amor a que nos destinamos;
os benfeitores que nos administram aulas de educação e os que se nos fazem examinadores do grau de paciência ou de tolerância em que estagiamos presentemente;
a bênção dos amigos que nos consolam e a escora dos adversários, cujo policiamento nos disciplina;
os companheiros que nos incentivam a caminhar para a frente e os outros que nos socorrem, através da crítica construtiva.
Agradecemos, Senhor, a luz e a sombra, quando a sombra nos auxilia a buscar mais luz; a harmonia que nos pacifica as estradas do dia-a-dia e a tormenta de incompreensão, quando a incompreensão nos fortalece para descobrir a concórdia em que se reúnam os esforços de todos para a felicidade comum.
Diante da luta, induze-nos a entender que somente na luta encontramos os ingredientes precisos para a vitória em nós mesmos e perante o fracasso, qualquer que seja, faze-nos reconhecer que somente aprendendo e reaprendendo é que conseguiremos fixar a lição.
Senhor, não nos deixes entregues ao suposto bem que se transforma em mal e não nos permitas menosprezar o suposto mal que nos conduz ao bem.
E, sejam quais forem as provas a que sejamos chamados, auxilia-nos a saber – mas a saber com certeza indestrutível – que o teu amor reina sobre nós e que acima de todas as tribulações e dificuldades, obstáculos e lágrimas, estamos todos reunidos em teu coração e incessantemente sustentados por teus braços eternos.
Assim seja.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Irmão)
Ajude a divulgar este blog, passando aos seus amigos... Participe connosco, deixando comentários ou enviando mensagens e textos de opinião segundo a doutrina espirita Kardecista para publicação... Com a sua ajuda e a sua opinião poderemos melhorar... email; o.jornalinho@hotmail.com ... e como o doce nunca amargou a ninguém, visite o seguinte blog: http://www.ateliercakedesign.blogspot.com/ , vale a pena... Procure-me também no facebook: como Pedro Barrigão
Siga este Blogue e indique aos seus amigos, eles lhe agradecerão...
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Reflectindo...
"O lar não é somente a moradia dos corpos, mas, acima de tudo, a residência das almas..."
Emmanuel
Emmanuel
Casas Mortas, Casas Vivas
Sua casa é viva ou morta? A pergunta soa estranha, com certeza. E você logo responderá que casa é algo inanimado.
A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.
Entretanto, casas existem que são mortas. Você as adentra e sente em todos os cômodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.
Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.
Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.
Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontração, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.
Por isso mesmo parecem mortas.
As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.
No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.
Em todos os cômodos se reflete a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.
Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.
A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo d’água, um café, um pedaço de pão.
Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.
Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.
Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.
As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.
* * *
O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante são as coisas, não as pessoas.
Manter o asseio, a ordem é correto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.
Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.
Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar.
Redação do Momento Espírita
A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.
Entretanto, casas existem que são mortas. Você as adentra e sente em todos os cômodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.
Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.
Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.
Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontração, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.
Por isso mesmo parecem mortas.
As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.
No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.
Em todos os cômodos se reflete a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.
Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.
A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo d’água, um café, um pedaço de pão.
Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.
Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.
Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.
As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.
* * *
O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante são as coisas, não as pessoas.
Manter o asseio, a ordem é correto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.
Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.
Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar.
Redação do Momento Espírita
NATAL
_QUE TAL VOCÊ IR ATÉ A AGÊNCIA DOS CORREIOS MAIS PRÓXIMA, PEGAR UMA DAS 17 MILHÕES DE CARTINHAS DE CRIANÇAS POBRES E SER O PAPAI OU MAMÃE NOEL DELAS?
HÁ PEDIDOS INACREDITÁVEIS!!!
- TEM CRIANÇA PEDINDO UM PANETONE,
- UMA BLUSA DE FRIO PARA A AVÓ
- OU.......
DEIXO A IDÉIA LANÇADA. É SÓ PEGAR A CARTINHA E ENTREGAR O PRESENTE EM UMA AGÊNCIA DO CORREIO ATÉ O DIA 20/12/2007. O PRÓPRIO CORREIO SE ENCARREGA DE FAZER A ENTREGA.
NA VIDA A GENTE PASSA POR TRÊS FASES:
- A PRIMEIRA QUANDO ACREDITAMOS NO PAPAI NOEL;
- A SEGUNDA QUANDO NÃO ACREDITAMOS
- A TERCEIRA QUANDO SOMOS PAPAI NOEL! (VALE MAMÃE NOEL TAMBÉM RSRSSRS)
Enviado por Serja Brunara
HÁ PEDIDOS INACREDITÁVEIS!!!
- TEM CRIANÇA PEDINDO UM PANETONE,
- UMA BLUSA DE FRIO PARA A AVÓ
- OU.......
DEIXO A IDÉIA LANÇADA. É SÓ PEGAR A CARTINHA E ENTREGAR O PRESENTE EM UMA AGÊNCIA DO CORREIO ATÉ O DIA 20/12/2007. O PRÓPRIO CORREIO SE ENCARREGA DE FAZER A ENTREGA.
NA VIDA A GENTE PASSA POR TRÊS FASES:
- A PRIMEIRA QUANDO ACREDITAMOS NO PAPAI NOEL;
- A SEGUNDA QUANDO NÃO ACREDITAMOS
- A TERCEIRA QUANDO SOMOS PAPAI NOEL! (VALE MAMÃE NOEL TAMBÉM RSRSSRS)
Enviado por Serja Brunara
CONVITE
Dei-me conta, dia desses, que o Seu aniversário está chegando. Não que eu tivesse anotado no calendário. Lembrei da data, por causa do tumulto das lojas.
Todo ano é assim. As pessoas ficam muito preocupadas em comprar muitos presentes e coisas novas.
O mais estranho é que eles não são para Você. São para si mesmos, para parentes, amigos, clientes, conhecidos.
Este ano, pensei em convidar Você para comemorar o seu aniversário lá em casa.
Como sua família é a humanidade, é possível que Você tenha muitos convites.
É possível que muitas pessoas, no mundo todo, queiram que Você esteja com elas, nesse seu dia tão especial.
Sabe, como existe a questão do fuso horário, criando diferentes horas em diversos locais do globo, creio que Você não terá muitas dificuldades.
Você poderá vir à hora que quiser. Estarei esperando. Minha casa não é muito grande. Aliás, é bem pequena. Tenho certeza que Você não se importará.
E também creio que não se importará de andar em estrada de chão, porque o bairro onde moro é dos mais distantes. Quase ao final da cidade.
Porém, como Você andou muito pelas estradas, e pelos campos, não creio que terá dificuldades em enfrentar esse pequeno trecho.
Se vier durante o dia, Você reconhecerá minha casa, pelas rosas que enfeitam a cerca. Estarão todas desabrochadas, no dia do seu Natal.
Elas costumam se debruçar, pendendo para o lado de fora, espiando a rua. Tenho certeza que nesse dia, mais do que nunca, elas estarão alongando suas hastes para vê-Lo desde longe.
E quando o virem, exalarão tal perfume que me dirá que Você está chegando.
Deixarei a luz acesa, caso Você decida vir após o cair da tarde. E a porta entreaberta.
A mesa estará posta. Tenho guardado uma toalha para ocasiões especiais. Estará cobrindo a velha mesa.
Assarei pão. Possivelmente não será tão saboroso como o de sua mãe. Entretanto, tenha certeza que farei a massa com todo o carinho.
Colherei frutas das árvores do quintal e farei um bolo. Como sei que Você aprecia convidar os que andam pelas ruas, os que andam sozinhos, para a comemoração do seu aniversário, colocarei alguns pratos extras.
Só peço que Você não convide muita gente, Jesus. Afinal, minha casa é pequena e meus recursos são poucos.
Mas, repartirei com prazer o que tiver.
Talvez Você não possa ficar muito tempo. Sei que Você é muito ocupado. Contudo, mesmo que Você parta, os seus amigos poderão ficar.
Continuaremos a conversar sobre a grandeza dos Seus feitos e a sublimidade dos Seus ensinos. Preciso muito relembrar essas questões tão esquecidas.
Se Você vier, Jesus, talvez possa esse ser o Natal da minha redenção.
É que me sinto um tanto perdido, entre as coisas do mundo. Ando esquecido de orar. Por vezes, quase esqueço que sou filho de Deus. E herdeiro do universo.
Sinto-me tão só que esqueço que posso encontrar irmãos em toda parte.
Esqueço de tantas coisas. Por isso, Jesus, a sua presença, no Seu aniversário, será tão importante.
Desejo, sinceramente, Jesus, que Você possa vir à minha casa para encher de luz meu coração e minha vida.
Eu lhe direi feliz aniversário. Você me dará o presente de sua presença. E, então, será verdadeiramente Natal.
(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita)
Todo ano é assim. As pessoas ficam muito preocupadas em comprar muitos presentes e coisas novas.
O mais estranho é que eles não são para Você. São para si mesmos, para parentes, amigos, clientes, conhecidos.
Este ano, pensei em convidar Você para comemorar o seu aniversário lá em casa.
Como sua família é a humanidade, é possível que Você tenha muitos convites.
É possível que muitas pessoas, no mundo todo, queiram que Você esteja com elas, nesse seu dia tão especial.
Sabe, como existe a questão do fuso horário, criando diferentes horas em diversos locais do globo, creio que Você não terá muitas dificuldades.
Você poderá vir à hora que quiser. Estarei esperando. Minha casa não é muito grande. Aliás, é bem pequena. Tenho certeza que Você não se importará.
E também creio que não se importará de andar em estrada de chão, porque o bairro onde moro é dos mais distantes. Quase ao final da cidade.
Porém, como Você andou muito pelas estradas, e pelos campos, não creio que terá dificuldades em enfrentar esse pequeno trecho.
Se vier durante o dia, Você reconhecerá minha casa, pelas rosas que enfeitam a cerca. Estarão todas desabrochadas, no dia do seu Natal.
Elas costumam se debruçar, pendendo para o lado de fora, espiando a rua. Tenho certeza que nesse dia, mais do que nunca, elas estarão alongando suas hastes para vê-Lo desde longe.
E quando o virem, exalarão tal perfume que me dirá que Você está chegando.
Deixarei a luz acesa, caso Você decida vir após o cair da tarde. E a porta entreaberta.
A mesa estará posta. Tenho guardado uma toalha para ocasiões especiais. Estará cobrindo a velha mesa.
Assarei pão. Possivelmente não será tão saboroso como o de sua mãe. Entretanto, tenha certeza que farei a massa com todo o carinho.
Colherei frutas das árvores do quintal e farei um bolo. Como sei que Você aprecia convidar os que andam pelas ruas, os que andam sozinhos, para a comemoração do seu aniversário, colocarei alguns pratos extras.
Só peço que Você não convide muita gente, Jesus. Afinal, minha casa é pequena e meus recursos são poucos.
Mas, repartirei com prazer o que tiver.
Talvez Você não possa ficar muito tempo. Sei que Você é muito ocupado. Contudo, mesmo que Você parta, os seus amigos poderão ficar.
Continuaremos a conversar sobre a grandeza dos Seus feitos e a sublimidade dos Seus ensinos. Preciso muito relembrar essas questões tão esquecidas.
Se Você vier, Jesus, talvez possa esse ser o Natal da minha redenção.
É que me sinto um tanto perdido, entre as coisas do mundo. Ando esquecido de orar. Por vezes, quase esqueço que sou filho de Deus. E herdeiro do universo.
Sinto-me tão só que esqueço que posso encontrar irmãos em toda parte.
Esqueço de tantas coisas. Por isso, Jesus, a sua presença, no Seu aniversário, será tão importante.
Desejo, sinceramente, Jesus, que Você possa vir à minha casa para encher de luz meu coração e minha vida.
Eu lhe direi feliz aniversário. Você me dará o presente de sua presença. E, então, será verdadeiramente Natal.
(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita)
domingo, 9 de dezembro de 2007
BENEFÍCIO OCULTO
Cap. XIII – Item 3 - ESE
"Não saiba vossa mão esquerda o que oferece a direita" é a lição de Jesus que constantemente nos sugere a sementeira do bem oculto.
Entretanto, é preciso lembrar que se "nem só de pão vive o homem", não se alimenta a virtude tão-somente de recursos materiais.
Acima do benefício que se esconde para ser mais seguro no campo físico, de modo a que se não firam corpos doentes e bocas famintas pelos acúleos da ostentação, prevalece o amparo mudo às necessidades do sentimento, na esfera do espírito, a fim de que os tóxicos da maldade e os desastres do escândalo não arrasem experiências preciosas com o fogo da imprevidência.
Se percebeste no companheiro as escamas do orgulho ou da rebeldia, envolve-o no clima da humildade, socorrendo-lhe a sede imanifesta de auxílio, e se presenciaste a queda de alguém, no caminho em que jornadeias, alonga-lhe os braços de irmão, para que se levante, sem exagerar-lhe os desajustes com a referência insensata.
Se um amigo aparece errado aos teus olhos, cala o verbo contundente da crítica, ajudando-o com a bênção da prece, e se o próximo surge desorientado e infeliz, em teus passos, oferta-lhe o favor do silêncio, para que se reequilibre e restaure.
Não vale encarecer cicatrizes e imperfeições, a pretexto da apagá-las no corpo das horas, porquanto leve chaga, tratada com desamor, é sempre ferida e cronicificar-se no tempo.
Distribui, desse modo, a beneficência do agasalho e do pão, evitando humilhar quem te recolhe os gestos de providência e carinho; contudo, não olvides estender a caridade do pensamento e da língua, para que o bálsamo do perdão anule o veneno do ódio e para que a força do esquecimento extinga as sombras de todo mal.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: O Espírito da Verdade )
"Não saiba vossa mão esquerda o que oferece a direita" é a lição de Jesus que constantemente nos sugere a sementeira do bem oculto.
Entretanto, é preciso lembrar que se "nem só de pão vive o homem", não se alimenta a virtude tão-somente de recursos materiais.
Acima do benefício que se esconde para ser mais seguro no campo físico, de modo a que se não firam corpos doentes e bocas famintas pelos acúleos da ostentação, prevalece o amparo mudo às necessidades do sentimento, na esfera do espírito, a fim de que os tóxicos da maldade e os desastres do escândalo não arrasem experiências preciosas com o fogo da imprevidência.
Se percebeste no companheiro as escamas do orgulho ou da rebeldia, envolve-o no clima da humildade, socorrendo-lhe a sede imanifesta de auxílio, e se presenciaste a queda de alguém, no caminho em que jornadeias, alonga-lhe os braços de irmão, para que se levante, sem exagerar-lhe os desajustes com a referência insensata.
Se um amigo aparece errado aos teus olhos, cala o verbo contundente da crítica, ajudando-o com a bênção da prece, e se o próximo surge desorientado e infeliz, em teus passos, oferta-lhe o favor do silêncio, para que se reequilibre e restaure.
Não vale encarecer cicatrizes e imperfeições, a pretexto da apagá-las no corpo das horas, porquanto leve chaga, tratada com desamor, é sempre ferida e cronicificar-se no tempo.
Distribui, desse modo, a beneficência do agasalho e do pão, evitando humilhar quem te recolhe os gestos de providência e carinho; contudo, não olvides estender a caridade do pensamento e da língua, para que o bálsamo do perdão anule o veneno do ódio e para que a força do esquecimento extinga as sombras de todo mal.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: O Espírito da Verdade )
COMPAIXÃO EM FAMÍLIA
"Mas se alguém não tem cuidado dos seus e, principalmente dos da
sua família, negou a fé ..." Paulo. {I Timóteo, 5:8. }
São muitos assim,
Descarregam primorosa mensagem nas assembléias, exortando o povo à compaixão; bordam conceitos e citações, a fim de que a brandura seja lembrada; entretanto, no instituto doméstico, são carrascos de sorriso na boca.
Traçam páginas de subido valor, em honra da virtude, comovendo multidões; mas não gravam a mínima gentileza nos corações que os cercam entre as paredes familiares.
Promovem subscrições de auxílio público, em socorro das vítimas de calamidades ocorridas em outros continentes, transformando-se em titulares da grande benemerência; contudo, negam simples olhar de carinho ao servidor que lhes pões a mesa.
Incitam a comunidade aos rasgos de heroísmo econômico, no levantamento de albergues e hospitais, disputando créditos publicitários em torno do próprio nome; entretanto, não hesitam exportar, no rumo do asilo, o avô menos feliz que a provação expõe à caducidade.
Não seremos nós quem lhes vá censurar semelhante procedimento.
Toda migalha de amor está registrada na lei, em favor de quem a emite.
Mais vale fazer bem aos que vivem longe, que não fazer bem algum.
Ajudemos, sim, ajudemos aos outros, quanto nos seja possível; entretanto, sejamos igualmente bons para com aqueles que respiram em nosso hálito. Devedores de muitos séculos, temos em casa, no trabalho, no caminho, no ideal ou na parentela, as nossas principais testemunhas de quitação.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Palavras de vida eterna)
sua família, negou a fé ..." Paulo. {I Timóteo, 5:8. }
São muitos assim,
Descarregam primorosa mensagem nas assembléias, exortando o povo à compaixão; bordam conceitos e citações, a fim de que a brandura seja lembrada; entretanto, no instituto doméstico, são carrascos de sorriso na boca.
Traçam páginas de subido valor, em honra da virtude, comovendo multidões; mas não gravam a mínima gentileza nos corações que os cercam entre as paredes familiares.
Promovem subscrições de auxílio público, em socorro das vítimas de calamidades ocorridas em outros continentes, transformando-se em titulares da grande benemerência; contudo, negam simples olhar de carinho ao servidor que lhes pões a mesa.
Incitam a comunidade aos rasgos de heroísmo econômico, no levantamento de albergues e hospitais, disputando créditos publicitários em torno do próprio nome; entretanto, não hesitam exportar, no rumo do asilo, o avô menos feliz que a provação expõe à caducidade.
Não seremos nós quem lhes vá censurar semelhante procedimento.
Toda migalha de amor está registrada na lei, em favor de quem a emite.
Mais vale fazer bem aos que vivem longe, que não fazer bem algum.
Ajudemos, sim, ajudemos aos outros, quanto nos seja possível; entretanto, sejamos igualmente bons para com aqueles que respiram em nosso hálito. Devedores de muitos séculos, temos em casa, no trabalho, no caminho, no ideal ou na parentela, as nossas principais testemunhas de quitação.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Palavras de vida eterna)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
A Natureza é assim... Deus nos ensina se soubermos estar atentos...
"Espíritas! Amai-vos, eis o primeiro mandamento; Instruí-vos, eis o segundo."